quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A força da tentação

Eu era pastor em uma cidade onde o povo tinha o costume de jogar água uns nos outros durante o carnaval.
Eram os dias do carnaval. Eu estava na sala de minha casa, a casa pastoral, junto com meus filhos e um garoto, filho de uma senhora, membro da igreja, que morava ao lado.
De repente, aparece na frente da casa a empregada da referida senhora e grita para o menino:

- Vamos jogar água no povo na rua!

O menino olhou para mim, e eu disse a ele, fala com ela que você é crente. Ele respondeu bem alto:

- Sou crente!

Em seguida, ela tornou a gritar lá da rua repetindo o convite.
O menino olhou para mim, e eu disse para ele dizer a mesma coisa.
Ele respondeu novamente, com voz mais baixa:

- Sou crente!

A moça repetiu o convite pela terceira vez.
O garoto olhou para mim, e antes que eu dissesse qualquer coisa, ele disse com voz forte:

- Vamos!

Pensei, a força da tentação repetida é muito grande!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A sábia motivação da Junta de Missões Mundiais

Desde que vi os vídeos promocionais de 2015 da Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira, fiquei com vontade de escrever o que agora estou escrevendo.

Gostei de ver. Eles não falam que a Junta está precisando de dinheiro, eles não falam que a Junta tem dívidas para pagar, eles não falam que as igrejas têm o dever de contribuir, eles não reclamam das igrejas que não participam, eles não falam nada disso.

O que vimos e ouvimos então naqueles vídeos?

01. Eles mostram o trabalho que está sendo realizado com o dinheiro e as orações dos irmãos membros das Igrejas Batistas do Brasil.

02. Eles agradecem às Igrejas e seus membros por estarem participando de tão importante trabalho.

03. Eles mostram o quanto ainda há para se fazer, ou seja, quantos povos ainda não foram alcançados.

04. Eles pedem as orações de todos.

05. Eles enfatizam que tudo está acontecendo por causa das orações e ofertas dos irmãos!

Repito. Gostei. Creio que a Junta de Missões Mundiais está no caminho certo.

A coisa mais triste e inadequada é quando um executivo de uma instituição batista olha as igrejas e os pastores de cima para baixo como se as igrejas e os pastores fossem empregados dele, como se as igrejas fossem departamentos das referidas instituições e que tivessem de executar suas decisões ou que tivessem de arranjar dinheiro de qualquer jeito para pagar os seus débitos, algumas vezes, resultantes de má administração.

E o pior de tudo é que tem gente que ocupa liderança em instituições batistas, e não sabe qual é o papel que desempenha ou que deve desempenhar. Certa ocasião, numa reunião de Junta, perguntei a um pastor qual a Igreja que ele pastoreava, ele respondeu: “Sou pastor de todas, sou o presidente da Convenção”.

Será que ainda existe gente que pensa assim em nossos dias?

Parabéns à Junta de Missões Mundiais por sua postura sábia em relação às igrejas e aos pastores!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Maria Joaquina e a Imagem de Santo Antonio


Esta história me foi contada no ano de 1977 por meu tio Cecílio Pereira, e confirmada por meu tio João Oliveira.
Naquele ano, eu fui à Bahia, depois de 27 anos. Saí de lá com sete anos de idade em 1950, e nunca mais tinha voltado lá. Foi uma grande emoção para mim. Minha avó Felipa, mãe de tio Cecílio e de minha mãe, já tinha falecido. Meu avô Antônio Inácio Pereira, marido de Felipa, tinha falecido antes de 1950.
Com o falecimento de minha avó Felipa, surgiu um problema: Quem ficaria com a imagem de Santo Antônio que pertencia ao meu falecido avô Antônio Inácio Pereira desde a sua infância? Ele foi casado duas vezes, e tinha descendentes de ambos os casamentos.
Segundo tio Cecílio me informou naquela ocasião, a solução encontrada foi deixar a imagem dentro do oratório de meu avô que está na capela do Cemitério do Coqueiro até hoje. O oratório, porque quanto à imagem há dúvidas, uma vez que era banhada a ouro.
Mas que tem a ver a imagem de Santo Antônio com Maria Joaquina? Quem é Maria Joaquina?
Vamos à história. No começo do século XIX, provavelmente antes da Independência do Brasil, no sertão baiano, um casal foi trabalhar na roça e deixou uma filha pequena tomando conta da casa. Passou um homem e levou a menina e a imagem de Santo Antônio que pertencia à família. Viajou o dia todo por aquele sertão com a menina e a imagem de Santo Antônio até chegar ao fim do dia à casa de um fazendeiro da família Coelho onde pediu pousada, dizendo que a menina era sua filha.
O fazendeiro deu pouso para o homem num dos quartos da casa e levou a menina para dentro para dormir junto com suas filhas. Durante a noite, a menina contou para as filhas do dono da casa que aquele homem que estava com ela não era seu pai, e que ela tinha sido roubada da casa dela junto com a imagem de Santo Antônio.
No dia seguinte, quando o homem falou com o dono da casa para trazer sua filha porque ele queria prosseguir a viagem, o fazendeiro lhe disse que já estava sabendo que a menina não era filha dele e que a imagem de Santo Antônio também não lhe pertencia, que ele prosseguisse sua viagem, mas que a menina e a imagem de Santo Antônio ficariam ali.
A menina, que se chamava Maria Joaquina, permaneceu na casa do fazendeiro. Depois de muito tempo, quando ela já era uma moça feita, houve um casamento de um dos filhos do dono da casa. A noiva, que naquele tempo não tinha qualquer intimidade com o noivo antes do casamento, ficou com medo do contato com o noivo na primeira noite. Maria Joaquina, que tinha sido criada na mesma casa junto com o noivo, foi para o quarto junto com a noiva para tentar acalmá-la para receber o noivo, ou marido. A noiva ficou tão calma que dormiu. Quando o noivo entrou, quem estava acordada era Maria Joaquina, que acabou mantendo um relacionamento sexual com ele.
Em virtude disso, ela ficou sendo a segunda esposa dele, com quem teve muitos filhos e filhas. Uma de suas filhas se casou com Vitório Inácio Pereira, com quem teve um único filho, porque faleceu no parto dele. O filho é Antônio Inácio Pereira, meu avô materno, que foi criado por sua avó Maria Joaquina, da qual cuidou até o fim.
Vitório Inácio Pereira, meu bisavô materno, tendo ficado viúvo bem jovem, se casou com a índia Escolástica Ferreira Campos, com quem teve muitos filhos e filhas, inclusive minha avó paterna, Jovenalina Ferreira Campos. Sendo assim, ele é meu bisavô materno e paterno. Todos que assinam Pereira Campos ou Campos Pereira são descendentes de Vitório Inácio Pereira e Escolástica Ferreira Campos.
Muito bem, depois que fiquei sabendo a história de Maria Joaquina e da imagem de Santo Antônio, contada por tio Cecílio em 1977, na Bahia, fui para o Estado do Espírito Santo conferir com meu tio João Oliveira, irmão de meu avô Brígido, que era um homem muito bem informado. Cheguei para ele e perguntei:
- Meu tio João, o senhor já ouviu falar numa tal de Maria Joaquina?
Ele me respondeu com outra pergunta:
- Aquela que tomou o marido da outra na noite do casamento?
E ainda acrescentou mais alguns detalhes.
Pronto. Confirmado. Maria Joaquina é minha trisavó materna.
Mas naquele tempo, eu não fiquei sabendo o primeiro nome do homem da família Coelho que foi marido de Maria Joaquina, e nem o nome da filha dela que se casou com Vitório Inácio Pereira, de cujo casamento nasceu meu avô Antonio Inácio Pereira, pai de minha mãe.
Em janeiro de 2014 e junho de 2015, em conversa com meu primo Cunegundes Inácio Pereira e sua irmã Paulina, que moram em Manoel Vitorino, Bahia, e são filhos de Manoel Inácio Pereira (irmão por parte de pai de meu avô Antonio) e Francisca Xavier da Costa, tive maiores informações sobre o assunto.
Eles me informaram que também são descendentes de Maria Joaquina porque a mãe deles, Francisca, era filha de Gina, a qual era irmã da mãe de meu avô Antonio Inácio Pereira, que se chamava Ana, e que o pai de ambas era Antonio Coelho.
Gina foi casada com Cunegundes Xavier da Costa, com quem teve filhos e filhas, e Ana se casou com Vitório Inácio Pereira, de cujo casamento nasceu um único filho, Antonio Inácio Pereira, meu avô materno, pois ela faleceu durante o parto do mesmo.
Conclusão: Sou tri neto de Antonio Coelho e Maria Joaquina, e bisneto de Vitório Inácio Pereira e Ana Coelho.

Adriano Pereira de Oliveira, trineto de Maria Joaquina.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

O que é o Cacolespo?

A palavra Cacolespo é formada com as letras iniciais dos sobrenomes Campos, Coelho, Luz, Elias, Sampaio, Pereira e Oliveira.
Fazem parte do Cacolespo, os descendentes de Vitório Inácio Pereira e Escolástica Ferreira Campos, os descendentes de Antonio Coelho e Maria Joaquina, e especialmente, os descendentes de Leonardo José da Luz e Josefa Maria da Encarnação, e seus filhos, entre eles, Antonio José da Luz, João José da Luz, Alexandrina Maria da Encarnação, Silvéria Maria da Encarnação, Felipa Maria da Encarnação e Gina Maria da Encarnação.
Alexandrina Maria da Encarnação foi esposa de João Elias Sampaio.
Silvéria Maria da Encarnação foi esposa de José Manoel de Oliveira.
Felipa Maria da Encarnação foi esposa de Antonio Inácio Pereira.
Gina Maria da Encarnação foi esposa de Marcos Pereira.
Todas essas pessoas viveram e morreram na região de Jequié, Manoel Vitorino e Boa Nova, Bahia, onde vivem ainda muitos dos seus descendentes, mas os outros, a maioria, está espalhada por diversos estados do Brasil, e alguns estão em outros países.
O grupo Cacolespo foi criado por Adriano Pereira de Oliveira, filho de Casimiro José de Oliveira e Vitória Maria da Encarnação, neto de Antonio Inácio Pereira e Felipa Maria da Encarnação, e de Brígido José de Oliveira e Jovenalina Ferreira Campos, bisneto de Vitório Inácio Pereira e Escolástica Ferreira Campos (lado paterno), novamente, de Vitório Inácio Pereira e Ana Coelho (lado materno), de José Manoel de Oliveira e Silvéria Maria da Encarnação, e bisneto e tri neto de Leonardo José da Luz e Josefa Maria da Encarnação, e trineto de Antonio Coelho e Maria Joaquina.

Cacolespo

Levando em consideração o resultado de novas pesquisas, o nome do perfil e do grupo Calespo no Facebook foi mudado para Cacolespo para incluir também nossa origem na família Coelho, como resultado do relacionamento de Antonio Coelho com Maria Joaquina, e levando em consideração também que Josefa Maria da Encarnação, esposa de Leonardo José da Luz pode ter sido filha de Antonio Coelho Sampaio, o fundador de Boa Nova, Bahia.
A palavra Cacolespo é formada com as letras iniciais dos sobrenomes  Campos, Coelho, Luz, Elias, Sampaio, Pereira e Oliveira

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Furtuoso e Dezinha

Pensei muito, antes de escolher o título desta crônica. Creio que o título escolhido é o mais adequado, e fica comprovado através da história que vou contar. Vamos em frente.

Meu primo Furtuoso Galdino da Silva, filho de Cesária Ferreira Campos e Massionílio Galdino da Silva, foi ainda menino morar na casa de seu padrinho Silvino Elias Sampaio, filho de Martinho Elias Sampaio.

Naquele tempo, era comum o afilhado ir morar na casa do padrinho. Aliás, a palavra padrinho significa paizinho, é o segundo pai.

Quando Furtuoso já era um rapaz feito, recebeu o seguinte recado de Martinho Elias Sampaio, pai de seu padrinho Silvino:

- Já está na hora de você se casar. Você escolhe, se quer se casar com Báia, minha filha, ou com Dezinha, filha de seu padrinho.

Furtuoso escolheu Dezinha, com quem se casou e teve onze filhos.

Tive o privilégio, juntamente com minha esposa Adriana, de estar na casa da família em Ibicaraí, Bahia, em janeiro de 2014.

Família abençoada! Foi uma alegria muito grande! Conversamos, cantamos, rimos muito! Logo em seguida, ele faleceu. Dezinha continua liderando a família, que já se estende até a terceira geração.

Mas não podemos esquecer que tudo começou quando o grande patriarca Martinho Elias Sampaio deu um sábio conselho ao Furtuoso e lhe deu uma oportunidade de escolha.

Louvado seja Deus por tudo!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.


sábado, 18 de abril de 2015

Minha relação de amor com Boa Nova, Bahia

Boa Nova é a primeira cidade de minha vida.

Fui batizado em Boa Nova no dia 2 de maio de 1943, com apenas oito dias de idade.

Os nomes relacionados com sua história são nomes familiares para mim, Coelho, Sampaio, Luz, Pereira, Oliveira, são todos nomes da minha parentela.
Depois do dia em que fui batizado, fiquei muito tempo sem ir a Boa Nova. A vida foi me levando para caminhos distantes de lá: Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso do Sul e São Paulo novamente.

Mas em agosto de 2006, Deus me concedeu a oportunidade de retornar a Boa Nova pela primeira vez depois do dia do meu batismo. Foi uma grande emoção! Entrei na Igreja em que fui batizado, certamente já bem diferente daquela de 1943. Igreja vazia. Silêncio absoluto! Lá estava uma Bíblia aberta no Livro do Profeta Jeremias, capítulo 30. Comecei a ler. Quando cheguei ao versículo três, tomei um grande susto. Veja o que estava escrito: “Porque eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que mudarei a sorte do meu povo de Israel e de Judá, diz o SENHOR; fá-los-ei voltar para a terra que dei a seus pais, e a possuirão”.

Depois disso, tenho visitado essa querida cidade outras vezes, entrado em contato com meus parentes que residem lá, e estudado mais sobre sua origem. Descobri que Antonio Coelho Sampaio foi quem construiu a primeira capela que deu origem à cidade de Boa Nova. Continuando meus estudos em documentos antigos de meu avô Antonio Inácio Pereira e minha avó Felipa Maria da Encarnação, descobri que no inventário de minha bisavó Josefa Maria da Encarnação, mãe de minha avó Felipa e esposa de Leonardo José da Luz, consta que ela recebeu parte das terras de Antonio Coelho Sampaio, como herança.

Uma das dificuldades que temos quando estudamos as genealogias dos nossos antepassados é que antigamente as mulheres não recebiam os sobrenomes dos pais, todas tinham como sobrenomes ou Maria da Encarnação ou Maria de Jesus.

Sendo assim, minha conclusão é que provavelmente minha bisavó Josefa Maria da Encarnação era filha de Antonio Coelho Sampaio, o fundador de Boa Nova, e que talvez eu tenha sido batizado na capela que foi construída pelo meu trisavô Antonio Coelho Sampaio.

 Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Minha vida da marinete à internet

Dezoito de julho é uma data marcante em minha vida. Foi no dia 18 de julho de 1959, sábado, que eu deixei o pequeno povoado de Itamira, Município de Mucurici, Estado do Espírito Santo, onde morava juntamente com quase toda a minha parentela, e vim para São Paulo. Itamira hoje pertence ao Município de Ponto Belo. Eu tinha pouco mais de 16 anos de idade. Tomei a marinete que fazia diariamente a linha Nova Venécia, ES - Nanuque, MG. Segui para Nanuque, depois para Teófilo Otoni e Governador Valadares, e em seguida, Rio de Janeiro e São Paulo.

Nasci no Estado da Bahia. Fui batizado na cidade de Boa Nova e registrado no Cartório do Distrito de Boaçu, Município de Jequié. Meu sonho desde criança era vir para São Paulo. Com sete anos de idade fui levado por meus pais para as matas do Contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo. É lá que fica Itamira, de onde eu saí sozinho, com 16 anos de idade, para  vir para São Paulo.

A viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e medo.

Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959, uma terça-feira. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a casa de um conhecido na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da casa não foi nada animadora:

- "Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê.”
 
No dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não conhecia. No dia 1º de agosto, dez dias depois da minha chegada, comecei a trabalhar como office-boy numa multinacional alemã.
Daí para frente foi só trabalho e estudo. Tive oportunidade de concluir quatro cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito, e duas especializações, Educação de Jovens e Adultos e Gestão Pública Municipal. Estou habilitado legalmente como pastor, professor, orientador educacional, advogado e jornalista.
Casei, gerei filhos, e já tenho oito netos.
Muitas coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente. Tive alegrias e tristezas. Sempre estudando e trabalhando na educação e na evangelização em todos os lugares por onde passei, tais como, Ponta Porã e Dourados, MS, Flórida Paulista, SP, e sobretudo em São Paulo, Capital. Participei de Campanhas Evangelísticas em Portugal, Espanha, Chile e Paraguai. 
Estou em Tapiraí, SP, juntamente com minha esposa Adriana, desde o ano 2010, onde cuidamos de uma pequena Igreja Batista e realizamos a leitura pública  das Sagradas Escrituras todos os dias, através do Ministério Bíblia na Rua.
Assim foi a minha vida, da marinete à internet.
Obrigado, São Paulo!
Louvado seja Deus por tudo!
Adriano Pereira de Oliveira.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

A exagerada exposição do corpo na gravidez



A exagerada exposição do Corpo na Gravidez
Bp. Agnaldo Leite do Sacramento

01. Alguém perguntou, pelo zap, a minha opinião sobre a exposição da barriga da mulher crente durante a gravidez. Não lhe respondi de imediato procurando situar-me melhor sobre o assunto. Primeiramente, é bom lembrar que os avançados e práticos meios de comunicação de hoje, mais do que nunca, favorecem esse tipo de coisa e o facebook é, praticamente, a vitrine diária da exposição. Seria em nome do amor ou no propósito de exaltar a maternidade, a fertilidade?
02. Geralmente, o pensamento de grupo, de massa tende a predominar em todas as áreas e, talvez, a futura gestante deve alimentar o sonho de que quando chegar a sua vez também se exporá com o maridão beijando a sua exposta barriga e, tendo irmãozinho (a), sairá na foto beijando a barriga da mãe e tudo é alegria, ufanismo e exibição e “viva o povo brasileiro” comandado pela moda. Vai-se levando a vida assim, sem o mínimo constrangimento, pois é desse modo que deve ser!
03. Há alguns anos, o piedoso e culto homem de Deus, Dr. Thurmon E. Bryant, numa eloquente mensagem dirigida aos jovens, disse: “Jovem, guarda o teu corpo para o teu marido, para o teu esposo”. Era uma outra ocasião em que já havia a tendência, ditada pela moda, de exposição do corpo feminino, porém de outra forma, pois, certamente, isso sempre ocorreu e ocorrerá. Não se sabe, exatamente, como essa prática de exibição da barriga de grávida começou a se generalizar tornando-se um modelo ou padrão compulsório para todas as futuras mamães que já estão na fila da gravidez e o seu natural desenvolvimento.
04. O texto de Apocalipse 16:15 refere-se ao “vigiar e o guardar das vestimentas, e o não aparecimento da vergonha da tua nudez”; tem-se, nessa declaração, advertência espiritual e física! Creio que, em um contexto bíblico, o bom senso de uma jovem ou mulher de Deus deve ser o de trilhar por caminho diferente e resguardar-se da exposição permanente do seu corpo, da sua gravidez não se sabendo a título ou a propósito de quê! Porventura seria para alardear a tudo e a todos em alto e bom “tom visual”: “Eu estou grávida”?
05. Como já foi dito, essa tendência tornou-se normal, um modismo, algo generalizado e típico de determinado grupo e é dessa maneira que “todo mundo já faz”e ninguém contesta ou, quanto nada, não se tem a coragem de fazê-lo, pois ficará numa posição não confortável até mesmo antipática! A jovem de Deus, a mulher de Deus, no entanto, lembrando-se de que o seu corpo é o templo do Espírito Santo, precisa repensar esse assunto. Deve conduzir-se de outra maneira tendo em mente que tudo o que se fizer seja tão somente para a glória de Deus! Cf. I Coríntios 10:31.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Provas da bondade de Deus em minha vida

Senti no meu coração o desejo de escrever o que estou escrevendo neste momento.

Deus sabe que eu tenho a maior vergonha de pedir qualquer coisa para mim a quem quer que seja.

Fico muito envergonhado quando fico em dificuldade financeira. Fico tão envergonhado que não tenho coragem de contar para ninguém.

Mas Deus tem mostrado a sua bondade para comigo nessa área através de algumas experiências.

Vou contar duas delas:

Primeira: Certa ocasião, no início do meu ministério, há cerca de 40 anos, chegou um amigo em minha casa, meio constrangido, meio sem jeito, e me falou o seguinte:

- Adriano, você me desculpe, não sei se você está precisando de alguma coisa, mas eu tenho que fazer porque foi Deus que mandou.

E continuou:

 – Eu tinha um dinheiro para receber, que eu já considerava como perdido, mas orei ao Senhor sobre o assunto, e Ele me disse: Você vai receber, mas quando receber não se esqueça de levar um pouco para o Adriano.

E ainda meio constrangido, enfiou a mão no bolso, tirou certa quantia em dinheiro e me entregou.

Confesso que não estava passando por nenhuma necessidade financeira naquele momento, assim como não estou agora.

Segunda: Quando eu era pastor em Ponta Porã, MS, chegou uma senhora idosa em minha casa e me disse o seguinte:

- Pastor, eu não sei se sonhei ou se tive uma visão, mas eu tinha um inquilino que saiu da minha casa sem me pagar o aluguel, e eu pedi a Deus que tocasse no coração dele para que ele me pagasse, e Deus me disse, não sei se era um sonho ou uma visão, mas Deus me disse que o homem ia me pagar, mas quando eu recebesse era para trazer um pouco para o senhor.

E me entregou certa quantia em dinheiro, com a seguinte advertência:

- Mas é para o senhor, não é para a Igreja, porque Deus me mandou dar o dinheiro para o pastor, não foi para a Igreja.

Louvado seja Deus por tudo!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.


terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Ministério Bíblia na Rua

Em novembro de 2012, senti em meu coração o desejo começar a leitura da Bíblia na Rua. Comuniquei o meu desejo aos pastores de Tapiraí, SP, e pedi o apoio. Todos gostaram da ideia. Mas não se dispuseram a estar ao meu lado lendo a Bíblia na Rua.

Comecei lendo a Bíblia em Tapiraí, Piedade, Sorocaba e São Paulo, com a ajuda de alguns irmãos, principalmente minha esposa Adriana.

Atualmente, estou lendo a Bíblia todos os dias, de segunda a sexta-feira, às 08:00 horas da manha, na Praça da Rodoviária em Tapiraí, SP, e às 18:00 horas em Piedade, menos quarta-feira.

Em Tapiraí, conto com o apoio de duas irmãs da Igreja Batista, e em Piedade conto sempre com o apoio de minha esposa.

Estamos encerrando a leitura este ano no próximo dia 05/12/2014. Vamos tirar férias. Pretendemos retornar com a leitura da Bíblia na Rua em janeiro de 2015. Estamos pedindo a Deus que levante pelo menos dois homens em Tapiraí e dois em Piedade para que estejam ao nosso lado durante a leitura da Bíblia na Rua. Homens que acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus e que vale a pena lê-la na Rua. Se Deus tocar em seu coração, entre em contato comigo.

Que Deus abençoe a todos!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Palavras que incentivam

Gosto de contar histórias.

Mencionei hoje o nome do pastor Albino Ferraz, e disse que ele foi o primeiro bacharel em música sacra do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.

Mas como foi que tudo começou?

Ouvi dos lábios dele esta história.

Ele era um garoto, membro da Igreja Batista em Amambai, antigo Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul. 

Chegou o dia de eleger a nova diretoria para o ano seguinte. O missionário norte-americano que era o pastor da Igreja disse, com aquele sotaque que todos conhecemos:

- O irmão Albino será o nosso organista.

O garoto Albino se encolheu todo no banco onde estava sentado e disse:

- Pastor, eu só sei tocar um hino!

O missionário respondeu de lá da frente, com voz bem alta para que todos ouvissem:

- Sabe mais do que todo mundo!

Pronto. 

Assim começou a carreira de um dos mais brilhantes músicos batistas do Brasil, o primeiro bacharel em Música Sacra do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.

Palavras que incentivam! Como precisamos delas!

Adriano Pereira de Oliveira
Tapiraí, SP, 28 de novembro de 2014.

 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A solução é fazer tendas

O artigo abaixo foi escrito por mim, a pedido do Pr. Valtair Miranda, e foi publicado na Revista Administração Eclesiástica do terceiro trimestre de 2009.
Naquela ocasião, eu era pastor da Igreja Batista de Flórida Paulista, SP.


SUSTENTO PASTORAL, QUAL A SOLUÇÃO?

Deus continua a chamar pessoas de ambos os sexos para dedicarem suas vidas ao Santo Ministério da Palavra. Com a chamada vem o desafio da preparação e do sustento.

No que se refere à preparação, hoje está mais fácil do que antigamente. Além de haver cursos preparatórios em diversos lugares, há ainda as facilidades da internet. Já há cursos teológicos na modalidade de ensino à distância, reconhecidos pelo Ministério da Educação. O aluno pode estudar sem sair de casa. Basta ter o suporte de um bom computador conectado à internet pelo sistema de banda larga.

Verdade é que se discute a qualidade do referido ensino. Muitos questionamentos são levantados, tais como, o ensino à distância é tão eficiente como o presencial? Terá o aluno a devida disciplina para cumprir suas tarefas? A falta de convivência com colegas de estudo e professores não será prejudicial à sua formação?

Mas, deixando de lado a questão da preparação, e voltando para a questão do sustento pastoral que é o assunto deste artigo, qual será o futuro desses estudantes depois de concluírem o seu curso? Como eles ou elas se sustentarão financeiramente na realização do ministério?

Estou pensando dentro do contexto batista brasileiro, com as diversidades regionais, e com o princípio da autonomia da igreja local, onde cada igreja se autoadministra, e decide sobre todas as questões administrativas, inclusive sobre os honorários pastorais.

Há igrejas de diversos tamanhos e de diversos potenciais financeiros. Há igrejas que podem dar altos honorários aos seus pastores, e há aquelas sem as mínimas condições de dar um sustento condizente ao seu obreiro.

O que fazer então? Qual a solução para o sustento de homens e mulheres que são chamados para a obra do ministério cristão e não contam com o suporte financeiro adequado de uma igreja ou instituição?

Já no meu tempo de estudante na FTBSP, 1969 a 1972, o Pr. Werner Kaschel dizia que, segundo as estatísticas, de cada dez pastores batistas no Brasil, sete teriam que fazer tendas.

Não sei quais são as estatísticas atuais, mas imagino que a realidade deve continuar a mesma, ou seja, de cada dez igrejas batistas no Brasil, somente três tem condições de dar um sustento financeiro adequado ao seu pastor.

Pergunto novamente, o que fazer então?

Creio que os pastores devem ter consciência disso, e ao assumirem o pastorado de pequenas igrejas saberem que precisam de outra fonte de sustento fora da igreja, e não ficarem querendo tirar das igrejas aquilo que elas não podem dar.

Há muitos pastores que já recebem uma modesta aposentadoria, como é o meu caso, e podem muito bem pastorear pequenas igrejas e se contentarem com aquilo que elas podem dar, mas há aqueles que não possuem aposentadoria, nem outra fonte de renda qualquer, e precisam encontrar um meio para complementação do seu sustento e de sua família.

A Bíblia ensina, e as leis brasileiras permitem, que duas ou três pessoas reunidas em nome de Jesus organizem uma igreja e escolham livremente sua liderança.

A organização de igreja, de qualquer número de membros, é bíblica e legal.

"Digno é o obreiro do seu salário", mas dentro das possibilidades das igrejas. Igrejas grandes, grandes salários. Igrejas pequenas, pequenos salários.

Concordo com a afirmação seguinte, muito conhecida no meio batista: "Quem Deus chama, Deus sustenta". Deus sustenta a todos os seus filhos. Deus cuida até dos passarinhos, mas os passarinhos precisam sair em busca do seu sustento.

Jesus Cristo ensinou que é preciso, pedir, buscar, e bater na porta. Muitos ficam só no pedir. Esquecem de buscar e bater, esquecem de "fazer tendas".

Vamos fazer tendas.

É melhor que cada igreja, mesmo pequena, seja autônoma, e tenha o seu próprio pastor, com sustento ou sem sustento, do que ser congregação de outra igreja que fica em um município distante, e que também não pode dar a devida assistência.

Temos que aceitar a realidade brasileira, que não é a mesma em todas as regiões.

Cada grupo de irmãos, ou igreja, deve se autoadministrar de acordo com suas possibilidades.

Um pastor, fazendo tendas, poderá ser uma grande bênção para sua família, sua igreja e para a comunidade onde vive. Além dos benefícios materiais, terá também os benefícios sociais e espirituais.

Deixemos de lado a ideia de que igrejas grandes, Associações e Convenções tem obrigação de ajudar igrejas pequenas.

O raciocínio é inverso, igrejas pequenas ou grandes, todas contribuindo fielmente para as Associações e Convenções, para que estas possam realizar aquilo que uma igreja só não pode fazê-lo.

Nos meus 37 anos de pastorado nunca pedi nada para Associação ou Convenção, sempre entendi que compete à igreja enviar aquilo que prometeu quando se filiou, e nunca pedir nada de volta.

Cada uma deve realizar o trabalho de acordo com suas possibilidades.

A igreja que pastoreio atualmente tinha pedido ajuda para a Associação antes de eu tomar posse. Dentro de pouco tempo, levei a igreja a dispensar a ajuda.

Continuamos a fazer a nossa parte, enviar cinco por cento das entradas para a Associação, dez por cento para a Convenção Estadual, levantar as ofertas de missões mundiais, nacionais, estaduais e regionais, e contribuir para o Lar Batista de Crianças, tudo dentro das nossas possibilidades.

Sustento pastoral no Brasil Batista, qual a solução?
 
Fazer tendas.

Muito obrigado a todos!

Adriano Pereira de Oliveira.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Deus Dirige a História

Continuo afirmando o que escrevi dia 09 de setembro de 2013:
Creio que Deus dirige a História.
Creio que Deus de vez em quando traz juízo sobre o seu povo, usando sistemas políticos para isso, como aconteceu com Israel e Judá em relação a Assíria e Babilônia.
Creio que o que está acontecendo no Brasil e em algumas outras nações pode ser entendido assim.
Creio que o povo de Deus deixou de seguir os ensinos de Jesus no sentido de dividir os bens materiais por amor.
Creio que por isso Deus está permitindo que sistemas políticos realizem aquilo que devia ter sido feito voluntariamente pelas igrejas, pelo povo de Deus.
Creio que a Bíblia ensina que devemos sempre honrar e respeitar as autoridades constituídas.
Creio também que o descalabro moral e antibíblico que estamos vendo nos últimos tempos não é responsabilidade particular de nenhum partido político, mas de um sistema mundial dirigido pelo espírito do Anticristo.
Creio que querer culpar esse ou aquele partido político em particular pelo descalabro moral é pura ingenuidade.
Creio que a Bíblia ensina que a natureza humana é depravada.
Creio que cabe ao povo de Deus vigiar, orar e participar, pois somos sal da terra e luz do mundo.
Creio que cabe também ao povo de Deus denunciar o erro, mas sempre com honestidade e respeito para com as autoridades constituídas.
Adriano Pereira de Oliveira.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Minhas candidaturas

O grande filósofo Aristóteles disse que o homem, o ser humano, é um animal político.
O interesse pela política despertou muito cedo em minha vida.
Foi confirmado quando passei pelo teste vocacional do Professor José Novais Paternostro para ingressar na Faculdade Teológica Batista de São Paulo em 1969.
O Professor Paternostro afirmou que a minha primeira vocação era religiosa e que a segunda era política.
Fui ordenado ao pastorado em 1972.
Desde então, estou no pastorado e, ao mesmo tempo, participando da vida política.
Em 1976, fui candidato a vereador pela ARENA em Ponta Porã, MS, tive 149 votos.
Em 1978, tentei ser candidato a deputado estadual pela ARENA no MS, mas não consegui.
Em 1982, fui candidato a deputado estadual pelo PMDB no MS, tive 1.322 votos.
Em 1986, fui candidato a deputado estadual pelo PDT no MS, tive 822 votos.
Em 1992, fui candidato a vereador pelo PDT em Dourados, MS, tive 352 votos.
Em 1996, tentei ser candidato a vereador pelo PDT em São Paulo, SP, mas não consegui.
Em 1998, fui candidato a deputado federal pelo PGT em São Paulo, tive 1.767 votos.
Em 2000, fui candidato a vereador pelo PGT em São Paulo, Capital, deixei a campanha três meses antes das eleições para assumir o pastorado em Flórida Paulista, mas mesmo assim ainda consegui 238 votos.
Em 2004, fui candidato a vereador pelo PSDB em Flórida Paulista, tive 30 votos.
Em 2006, tentei ser candidato a deputado federal pelo PSDB de São Paulo, mas o partido não me deu legenda.
Em 2012, novato em Tapiraí, SP, fui candidato a vereador pelo PSDB, tive 27 votos.
Em 2014, fui candidato a deputado estadual pelo PT do B de São Paulo, tive 888 votos.
Tenho sido criticado por alguns que acham que pastor não deve se envolver em política, mas ainda não perdi o entusiasmo. "Quem desiste, não faz história."
Em política, sou admirador de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola, três gaúchos com cheiro de povo, com alma de povo, alma brasileira, a cara do Brasil. Pretendo ir a São Borja, RS, brevemente, se Deus permitir, juntamente com minha esposa, para honrarmos a memória dos três, cujos corpos estão sepultados lá.
Em futebol, sou flamenguista.
Em religião e envolvimento social, sou admirador de Martin Luther King Jr.
JESUS CRISTO É MEU ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR E SENHOR!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A Vitória do Projeto Vitória em São Paulo.

A Coligação Projeto Vitória foi vitoriosa no Estado de São Paulo. Atingiu o objetivo, conseguiu eleger deputados estaduais e deputado federal. Isoladamente, isso não seria possível.

Os partidos que compuseram a coligação, PSL 17, PT do B 70, PTC 36, PTN 19 e PMN 33, estão de parabéns pela iniciativa de se coligarem.

Que Deus abençoe a todos!

Que permaneçamos unidos!

Abraços a todos.

Adriano Pereira de Oliveira, Suplente de Deputado Estadual.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Suplente de Deputado Federal.


Agradecimento aos eleitores de São Paulo.

Agradecemos de coração aos queridos eleitores do Estado de São Paulo que nos honraram dia 05 de outubro de 2014 com o seu voto, dando 888 votos a Adriano 70223 para deputado estadual e 447 votos a Adriana 7023 para deputada federal.
Que Deus abençoe a todos!
"Estejam sempre alegres, orem sempre e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês por estarem unidos com Cristo Jesus." (1 Tessalonicenses 5.16-18).
Adriano Pereira de Oliveira
Adriana Rodrigues de Oliveira

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Louvado seja Deus por tudo!

Louvamos a Deus pela oportunidade de participar da campanha eleitoral deste ano de 2014 como candidatos com muita dignidade e honestidade.

Louvamos a Deus porque durante o período da campanha não faltamos a nenhum culto em nossa pequena congregação.

Louvamos a Deus porque durante a campanha não deixamos de ler a Bíblia na Rua nenhum dia.

Louvamos a Deus porque durante a campanha não deixamos de cumprir nossas obrigações na administração dos grupos Arca Batista Brasileira, Debatendo Assuntos Diversos, Mensageiros da Paz, e Parada Federal.

Louvamos a Deus porque mesmo estando no Ministério da Palavra há mais de 40 anos, não fomos a nenhuma igreja pedir votos, não participamos de nenhuma reunião religiosa para pedir votos, nem para nos mostrar.

Louvamos a Deus por aqueles que nos apoiaram publicamente.

Louvamos a Deus por aqueles que nos apoiaram silenciosamente.

Louvamos a Deus por aqueles que sorrateiramente tentaram solapar as bases de nossas candidaturas.

Louvamos a Deus por aqueles que publicamente combateram as nossas candidaturas.

Louvamos a Deus porque cremos que na última hora ainda surgirão os José de Arimateia e os Nicodemos que nos apoiarão publicamente.

Louvamos a Deus porque continuamos pedindo o voto do eleitor do Estado de São Paulo, independentemente de religião.

Louvamos a Deus porque desejamos o bem-estar de todos.

Louvamos a Deus porque continuamos apoiando a juventude e honrando a terceira idade, de acordo com a música de nossa campanha que está no vídeo abaixo.

Cremos que a Igreja de Jesus Cristo não precisa de políticos para defendê-la. Jesus Cristo é o Senhor, é o dono da Igreja, Ele a defende.

Por isso, nossa meta não é defender a Igreja, mas buscar o bem-estar do povo paulista e do povo brasileiro de acordo com os princípios da ética, da moralidade e da justiça.

Que Deus abençoe a todos.

Adriano Pereira de Oliveira, Estadual São Paulo 70223.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo 7023.