quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Minha peregrinação

Minha peregrinação
Muito cedo começou,
Mexe com meu coração
Quando lembro o que passou.

De minha querida Bahia
Cedo tive de partir
Sabendo pra onde ia
Sem chorar e sem sorrir.

Chegamos ao Contestado
Que era terra de ninguém,
De Minas era reclamado
E do Espírito Santo também.

Mas virou terra capixaba
Cultivada por baiano
E mineiro camarada,
Um ao outro apoiando.

Mas logo o tempo passou
E surge antigo desafio
Que o tempo despertou,
Com ele o menino sorriu.

São Paulo está esperando,
O meu coração falou
A hora está chegando
Pois o tempo já passou.

Foi assim que adolescente
Iniciei nova jornada
E num estalo, de repente
Deixei a terra capixaba.

E em São Paulo cheguei
Onde tive oportunidade,
Estudei e trabalhei
Não pensando em vaidade.

Queria ser advogado
Mas primeiro fui pastor
Conforme foi determinado
Por Deus Nosso Senhor.

Mas novo tempo chegou
E Deus me locomoveu
São Paulo pra trás ficou
E Mato Grosso apareceu.

Foi assim a minha vida
Depois dos trinta de idade
Exercendo minha lida
De cidade em cidade.

Hora estando em Mato Grosso
Hora na terra paulista
Mas sempre fazendo esforço
Juntando amigos na lista.



Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Minha sincera homenagem a você!

Enquanto realizava o culto doméstico junto com minha esposa Adriana dia 10 de fevereiro de 2018 ocorreu-me o desejo de escrever o que estou escrevendo neste momento.

Minha sincera homenagem a você que tem a capacidade de ficar em silêncio!

Você é um sábio!

Minha sincera homenagem a você que faz parte de um grupo nas redes sociais e fica em silêncio!

Você é um sábio!

Minha sincera homenagem a você que não sente a necessidade de concordar ou de discordar de ninguém!

Você é um sábio!

Provérbios 17.27,28

"Quem realmente detém o conhecimento é comedido no falar, e quem possui o entendimento demonstra alma tranquila. Até mesmo o tolo passará por sábio, se conservar sua boca fechada; e, se dominar a língua, parecerá até que tem grande inteligência."

Deus abençoe você e sua família!

Adriano Pereira de Oliveira.

Tapiraí, São Paulo, Brasil, 10 de fevereiro de 2018.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Eu sou batista

Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são adventistas.
Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são assembleias de Deus.
Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são católicas e apostólicas.
Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são congregacionais.

Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são congregações cristãs.

Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são igrejas do evangelho quadrangular.

Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são metodistas.

Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são presbiterianas.

Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são testemunhas de Jeová.

Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são universais.

Eu sou batista porque acredito que as igrejas batistas são tudo isso e muito mais.

Tudo isso está tão claro que dispensa qualquer explicação.

Deus abençoe a todos!

Adriano Pereira de Oliveira.

Tapiraí, São Paulo, Brasil, 5 de fevereiro de 2018.

O milagre vai acontecer


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Não ficou ninguém para condenar você?


O senhor é o homem!

Gosto de escrever sobre as lembranças que surgem em minha mente. É o que estou fazendo agora.

Eu estava em uma assembleia da Convenção Batista Brasileira em uma capital do nordeste. Não me lembro se era Recife ou Maceió. Era a noite de Missões Nacionais. O relatório foi dado pelo secretário adjunto porque o titular tinha pedido exoneração fazia poucos dias.

O adjunto concluiu o seu relatório dizendo que quem fosse convidado para ser o titular podia aceitar com toda tranquilidade porque a Junta estava em boas condições, estava tudo sob controle, estava tudo em ordem.

O pastor Rubens Lopes que era o presidente da CBB e estava presidindo aquela sessão solene, apontou o dedo para o adjunto, Paulo Seabra, e disse:

- O senhor é o homem, porque ninguém pode falar sobre missões com tanta propriedade senão o secretário executivo!

Na sessão da manhã seguinte, um mensageiro pediu a palavra e disse que o presidente tinha faltado com ética na noite anterior porque havia uma comissão encarregada de indicar o nome do novo secretário executivo, e o presidente indicou um nome publicamente.

O pastor Rubens Lopes, simplesmente, e humildemente, respondeu:

- Peço desculpas ao amado irmão por tê-lo ofendido!

E encerrou o assunto.

Não deu outra, Paulo Seabra foi eleito secretário executivo da Junta de Missões Nacionais.

Adriano Pereira de Oliveira,

Tapiraí, São Paulo, Brasil, 22 de dezembro de 2017.

domingo, 10 de dezembro de 2017

A briga e reconciliação de meu pai com o leite

Meu pai casou com minha mãe no ano de 1939, e foi morar na casa do meu avô materno. Era uma casa enorme. Tinha doze quartos, duas varandas, duas salas do meio, duas cozinhas e outras coisas mais.
Ele foi ser o vaqueiro do meu avô. Tomava conta do gado. Tirava o leite todos os dias bem cedinho. Depois disso, entrava para dentro de casa e ia tomar o seu café com leite. Café com leite é modo de dizer.
Era costume do nosso povo naquele tempo tomar o leite com sal. Minha avó paterna fervia o leite com o sal. Ou seja, colocava o sal na panela de leite. Era assim que meu pai gostava. Do jeito que a mãe dele fazia.
Já na casa de minha avó materna, era diferente. Fervia-se o leite sem sal e depois trazia um pouco de sal num pires para cada um colocar na sua vasilha, vasilha mesmo, porque não se tomava leite em xícara ou copo. O leite era servido numa sopeira, e se tomava com uma colher, porque geralmente se misturava com pedaços de batata, mandioca ou abóbora, cozidos.
Meu pai avisou que não gostava do jeito que era feito na casa de minha avó materna, a sogra dele. Ele gostava era do jeito que a mãe dele fazia. Ele não queria que o sal viesse no pires. Ele queria que o sal fosse colocado dentro da panela de leite. Era assim que a mãe dele fazia.
Ninguém se importou com o pedido dele. Então ele tomou uma decisão radical: Não tomo mais leite, não precisa mais trazer leite para mim. E nunca mais tomou leite, nem puro e nem com café, durante mais de vinte anos.
No ano de 1966, meu pai, que estava morando no Estado do Espírito Santo, veio a São Paulo para participar da minha cerimônia de casamento. Dois dias depois do meu casamento, ele e meu irmão Abel, foram tomar o café da manhã em minha casa. Minha esposa, que não sabia da briga dele com o leite, preparou o café com leite e serviu. Ele tomou sem dizer nada.
Meu irmão Abel ficou surpreso, e perguntou, ué pai, o senhor tomou leite? Ele simplesmente respondeu, tomei.
Assim, meu pai se reconciliou com o leite vinte e sete anos depois da briga.
Adriano Pereira de Oliveira.

Tapiraí, São Paulo, Brasil, 10 de dezembro de 2017.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Desculpe-me, eu sou muito temperamental

Cheguei a São Paulo em 1959. Tinha 16 anos de idade. Sabia ler e escrever, mas não tinha qualquer diploma, nem do curso primário, que naquele tempo tinha a duração de quatro anos.

Pela misericórdia de Deus, fui trabalhar como office-boy numa multinacional alemã, onde o presidente e todos os diretores de departamentos eram alemães.

Algum tempo depois, fui escolhido para trabalhar na sala da secretária do presidente. A primeira coisa que eu fazia todos os dias pela manhã era pegar um espanador e entrar na sala do presidente para espanar o pó da mesa dele e da mesa de reuniões que ficava na mesma sala. 

Um dia, enquanto eu fazia aquele trabalho diário, o espanador bateu com força num dos dois cinzeiros que estavam na mesa de reunião, o cinzeiro caiu e quebrou. Peguei outro, diferente, coloquei no lugar do que quebrou. Pensei que o presidente não ia notar. 

Em seguida, ele chegou, deu o seu costumeiro bom dia e entrou para a sala dele. Não demorou muito, a campainha tocou, era o jeito que ele usava para me chamar. Eu entrei, ele perguntou pelo cinzeiro. Eu disse o que tinha acontecido. Ele me deu a maior bronca. Disse que era um cinzeiro de estimação que ele tinha trazido da Espanha. Eu saí da sala, triste e com sentimento de culpa. 

Em seguida, a campainha tocou novamente. Eu pensei, lá vem mais bronca. Eu estava enganado. Ele me chamou para pedir desculpas. Ele disse: “Adriano, desculpe-me, eu sou muito temperamental”. 

Nunca me esqueci desse fato. Não sei qual era a religião daquele homem. Não sei se era católico ou protestante. Nem mesmo sei se ele tinha alguma religião. Mas uma coisa eu sei, ele teve a grandeza de chamar um humilde office-boy para lhe pedir desculpas. 

Parafraseando Jesus Cristo, eu digo, “Humildade assim, não encontrei nem entre aqueles que se dizem povo de Deus”. 

Adriano Pereira de Oliveira. 

Tapiraí, São Paulo, Brasil, 1 de agosto de 2017.

domingo, 9 de julho de 2017

A vontade de Deus é agradável e perfeita

Na manhã de domingo, nove de julho de 2017, eu acordei com um esboço de mensagem em minha mente, o qual quero oferecer a todos que dele possam tirar proveito:

Título: A BOA, AGRADÁVEL E PERFEITA VONTADE DE DEUS

Texto bíblico: Romanos 12.2

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”

Introdução:


A boa, agravável e perfeita vontade de Deus, em alguns casos, como aconteceu com Jesus, se torna muito dolorosa porque vem acompanhada de alguns ingredientes surpreendentes, tais como:

I – Um Judas para nos trair.

II – Um Pedro para nos negar.

III – Alguns amigos para nos abandonar.

Conclusão:

Mesmo quando a vontade de Deus vem acompanhada desses ingredientes surpreendentes, ela é sempre boa, agradável e perfeita em nossas vidas, ela traz o melhor para nós.

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Pastor batista foi preso na África

Um dos privilégios que tivemos durante nossas férias neste mês de junho de 2017 foi o de participar da pregação do Pastor Eli Fernandes de Oliveira na Primeira Igreja Batista de Teófilo Otoni, Minas Gerais, dia 18, domingo pela manhã.

A referida Igreja é pastoreada pelo pastor André Anastácio do Nascimento que nos recebeu com muita gentileza!

Pastor Eli contou que em uma de suas viagens à África, depois de pregar em um pais que estava em guerra com o país vizinho, viajou justamente para o país adversário do primeiro.

Acontece que o primeiro país era apoiado pelos Estados Unidos da América do Norte, e o segundo era apoiado pela Rússia.

Quando desembarcou no segundo, foi tido como espião norte-americano e foi preso imediatamente.

Passou dois dias na prisão, mas quando examinaram seus documentos e perceberam que ele era pastor batista, disseram:

"Vamos soltar você porque quando nosso país estava precisando de remédios, os batistas mandaram remédios para nós, e quando nosso país estava precisando de alimentos, os batistas mandaram alimentos para nós; mas o senhor será acompanhado por um oficial do nosso exército enquanto estiver em nosso país."

As autoridades daquele país estavam se referindo a ajuda humanitária da Aliança Batista Mundial.

O pastor Eli contou esse fato quando se referia às prisões do Apóstolo Paulo, e concluiu dizendo que os seus dois dias de prisão na África não significavam nada diante dos grandes sofrimentos do Apóstolo Paulo.

Louvado seja Deus pela vida do pastor Eli Fernandes de Oliveira!

Abraços a todos!

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Confissões de um Septuagenário

Enquanto viajava de ônibus de Piedade para Tapiraí, SP, na manhã de 13 de junho de 2017, surgiu em minha mente o desejo de escrever as confissões de um septuagenário. O que estou fazendo neste momento.

Sei que não fui e não sou o melhor filho.

Sei que não fui e não sou o melhor irmão.

Sei que não fui e não sou o melhor marido.

Sei que não fui e não sou o melhor pai.

Sei que não fui e não sou o melhor genro.

Sei que não fui e não sou o melhor cunhado.

Sei que não fui e não sou o melhor da família.

Sei que não fui e não sou o melhor amigo.

Sei que não fui e não sou o melhor colega.

Sei que não fui e não sou o melhor vizinho.

Sei que não fui e não sou o melhor cidadão.

Sei que não fui e não sou o melhor nas minhas diversas áreas de atividades humanas.

Sei que não sou o melhor discípulo de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sei que não fui e não sou o melhor em nada.

E, por tudo que não fui e não sou, peço perdão a todos!

Mas uma coisa eu sei, eu sou e sempre fui amado por Deus.

Louvado seja Deus por tudo!


Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

domingo, 30 de abril de 2017

Minha peregrinação

Minha peregrinação
Muito cedo começou,
Mexe com meu coração
Quando lembro o que passou.

De minha querida Bahia
Cedo tive de partir
Sabendo pra onde ia
Sem chorar e sem sorrir.

Chegamos ao Contestado
Que era terra de ninguém,
De Minas era reclamado
E do Espírito Santo também.

Mas virou terra capixaba
Cultivada por baiano
E mineiro camarada,
Um ao outro apoiando.

Mas logo o tempo passou
E surge antigo desafio
Que o tempo despertou,
Com ele o menino sorriu.

São Paulo está esperando,
O meu coração falou
A hora está chegando
Pois o tempo já passou.

Foi assim que adolescente
Iniciei nova jornada
E num estalo, de repente
Deixei a terra capixaba.

E em São Paulo cheguei
Onde tive oportunidade,
Estudei e trabalhei
Não pensando em vaidade.

Queria ser advogado
Mas primeiro fui pastor
Conforme foi determinado
Por Deus Nosso Senhor.

Mas novo tempo chegou
E Deus me locomoveu
São Paulo pra trás ficou
E Mato Grosso apareceu.

Foi assim a minha vida
Depois dos trinta de idade
Exercendo minha lida
De cidade em cidade.

Hora estando em Mato Grosso
Hora na terra paulista
Mas sempre fazendo esforço
Juntando amigos na lista.


Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

domingo, 16 de abril de 2017

Fuja do PEFEMERRÊ

O que é o PEFEMERRÊ?

Quando eu aprendi o alfabeto no interior da Bahia, o “f” era “fê”, o “g” era “guê”, o “j” era “ji”, o “l” era “lê”, o “m“ era “mê”, o “n” era “nê”, o “r” era “rê” e o “s” era “si”

.
Então, "PEFEMERRÊ" é o Partido da Fofoca, da Murmuração e da Rebelião - PFMR.


Esse partido sempre existiu e tem causado estragos em muitos lugares.


Esse foi o partido de Nadabe e Abiú que ofereceram fogo estranho no altar - Números 10.


Esse foi o partido no qual Miriã e Arão militaram por pouco tempo e que levou Miriã a ficar leprosa - Números 12.1-16.


Esse foi o partido que fez uma geração inteira perder a bênção de entrar na terra prometida - Números 14.26-45.


Esse foi o partido de Coré, Datã e Abirão - Números 16.1-35.


Esse foi o partido dos que foram picados pelas serpentes no deserto - Números 21.4-9.


Esse foi o partido que levou Arão a fabricar o bezerro de ouro - Êxodo 32.1-35.


Esse partido só trouxe maldição e derrota para seus seguidores.


Esse partido tem causado muito estrago no lar, na igreja, na escola, no trabalho, na política, e na sociedade em geral.


Você gostaria de pertencer a um partido assim?


Abraços a todos!


 Adriano Pereira de Oliveira

Flórida Paulista, São Paulo, Brasil, 4 de junho de 2010.




quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Pastor Adriano 70777


Pastor batista da Convenção Batista Brasileira desde 1972. Pastoreou igrejas batistas em São Paulo e Mato Grosso do Sul durante todo esse tempo.
Foi membro de diversas Juntas da Denominação Batista, professor e diretor de Seminário.
Foi Secretário Municipal de Educação e Cultura em Ponta Porã, MS.
Foi professor concursado do ensino fundamental em Dourados, MS.
Foi candidato nove vezes a vereador, deputado estadual e deputado federal em Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Nunca deixou de ser pastor.
No momento, está tomando conta de uma pequena Congregação Batista em Tapiraí e realizando a leitura da Bíblia na Rua em Tapiraí e Piedade.
Deseja continuar sendo uma fiel testemunha de Jesus Cristo por onde andar.
Tem licenciatura plena em Filosofia e Pedagogia, é bacharel em Direito e especialista em Educação de Jovens e adultos e em Gestão Pública Municipal.
Como candidato a vereador em Tapiraí neste ano de 2016, está usando o título de pastor em sua propaganda eleitoral porque é realmente o que ele tem sido há mais de 40 anos e é assim que ele é conhecido em todos os lugares por onde passou e onde exerceu o seu ministério pastoral, e é assim também que ele é conhecido em Tapiraí.
Pastor Adriano é natural do Estado da Bahia, e veio para São Paulo em 1959 com 16 anos de idade.
Está em Tapiraí desde o ano 2010, juntamente com sua esposa Adriana Rodrigues de Oliveira, natural de Piedade, SP, funcionária pública concursada do Município de Votorantim.
Pastor Adriano decidiu ser candidato a vereador neste ano de 2016 para colocar todo o seu preparo e experiência a serviço do povo de Tapiraí.
Nesse sentido, pede as orações do Povo de Deus, e o voto do eleitor de Tapiraí.
Deus abençoe a todos!
Pastor Adriano, 70777, Coligação Renovar para Melhor, PT do B – PSD.
Com César Araújo, 70, para prefeito, e Jaqueline Machado para vice.

sábado, 3 de setembro de 2016

Uma palavra desafiadora



Neste texto estou relatando resumidamente a trajetória da minha vida, destacando uma palavra desafiadora que ouvi no meu primeiro dia em São Paulo.
A minha caminhada em direção a São Paulo iniciou num sábado, dia 18 de julho de 1959, quando eu deixei o pequeno povoado de Itamira, Município de Mucurici, Estado do Espírito Santo, onde morava juntamente com meus pais e grande parte da minha parentela.  Itamira pertence atualmente ao Município de Ponto Belo.
Eu tinha pouco mais de 16 anos de idade, e viajei sozinho.
Tomei a marinete que fazia diariamente a linha de Nova Venécia, Espírito Santo, para Nanuque, Minas Gerais, passando por Itamira. Segui para Nanuque, depois para Teófilo Otoni e Governador Valadares, e em seguida, Rio de Janeiro e São Paulo.
O Estado do Espírito Santo não é a minha terra natal. Nasci no Estado da Bahia. Fui batizado na cidade de Boa Nova, e registrado no Cartório do Distrito de Boaçu, Município de Jequié.
Meu sonho desde criança era vir para São Paulo. Com sete anos de idade fui levado por meus pais para as matas do Contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo. É lá que fica Itamira, de onde eu saí sozinho, com 16 anos de idade, para  vir para São Paulo. 
A viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e medo.
Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959, uma terça-feira. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a casa de um conhecido na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da casa não foi nada animadora, mas foi desafiadora:
- "Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê.”
No dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não conhecia. No dia 1º de agosto, dez dias depois da minha chegada, comecei a trabalhar como office-boy numa multinacional alemã.
Daí para frente foi só trabalho e estudo. Tive oportunidade de concluir quatro cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito, e duas especializações, Educação de Jovens e Adultos e Gestão Pública Municipal. Estou habilitado legalmente como pastor, professor, orientador educacional, advogado e jornalista.
Casei, gerei filhos, e já tenho oito netos.
Muitas coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente. Tive alegrias e tristezas. Sempre estudando e trabalhando na educação e na evangelização em todos os lugares por onde passei, tais como, Ponta Porã e Dourados, MS, Flórida Paulista, SP, e sobretudo em São Paulo, Capital. Participei de Campanhas Evangelísticas em Portugal, Espanha, Chile e Paraguai. 
Estou em Tapiraí, SP, juntamente com minha esposa Adriana, desde o ano 2010, onde cuidamos de uma pequena Igreja Batista e realizamos a leitura pública  das Sagradas Escrituras todos os dias, através do Ministério Bíblia na Rua.
Concluindo, se São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê, como disse o senhor Manoel Alves Aranha, dono da casa onde me hospedei a primeira noite em São Paulo, de uma coisa tenho certeza: Temos Um Pai Celestial que vê e ouve o choro dos seus filhos, estejam onde estiverem.
Louvado seja Deus por tudo!
Pastor Adriano 70777, Tapiraí, São Paulo, Brasil.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Confiança no candidato ou nas suas propostas?

Tenho observado que alguns eleitores cobram propostas dos candidatos a vereador.

Tenho observado também que alguns candidatos a vereador no desejo de atender a essas cobranças, elaboram propostas mirabolantes que não têm nada a ver com as atribuições de um vereador, demonstrando assim desconhecimento da função ou má fé.

O que tenho a dizer é o seguinte:

Depois de 40 anos de candidaturas a vereador, deputado estadual e deputado federal em diversos estados e municípios, tenho chegado à conclusão de que a maioria do eleitorado brasileiro não vota em propostas, vota em pessoas.

Tenho observado ainda que os eleitores que exigem propostas exigem somente dos candidatos em quem não vão votar, porque do candidato em quem ele vai votar, ele não exige nada, ele simplesmente vota na pessoa, vota porque confia na pessoa, vota porque gosta da pessoa, porque gosta do jeito da pessoa.

O conselho que tenho para dar aos meus colegas candidatos a vereador de todo o Brasil é o seguinte: Não percam tempo com quem com certeza não votará em você, passe adiante, prossiga pedindo voto a todo mundo!

Quero dizer aos candidatos a vereador o mesmo que disse em uma palestra para conselheiros municipais de assistência social:

- O vereador deve conhecer as possibilidades e limites legais de sua função.

- O vereador deve saber que ele é antes de tudo um legislador.

- O vereador deve saber também que é um fiscal do gestor, um fiscal dos atos do gestor municipal.

Contudo, o vereador precisa entender também que não deve ser nem uma “vaquinha de presépio”, e nem um espinho permanente no calcanhar do gestor.

Finalizo, afirmando mais uma vez que a maioria do eleitorado brasileiro, sabiamente, olha mais para a vida do candidato, a confiança que tem no candidato, sua identificação com o candidato, do que para as suas propostas, que nem sempre são exequíveis, são mais eleitoreiras do que verdadeiras.

Pastor Adriano, 70777, PT do B, 70, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

Com César Araújo para prefeito e Jaqueline Machado para vice.

sábado, 20 de agosto de 2016

Quarenta anos de candidaturas do pastor Adriano

Sou pastor batista desde 1972. Tenho participado das disputas eleitorais desde 1976. Estou completando 40 anos de candidaturas neste ano de 2016.
Fui candidato em todos os estados e municípios onde exerci o ministério pastoral.
Em 1976, fui candidato a vereador pela ARENA em Ponta Porã, Estado do Mato Grosso.
Em 1982, fui candidato a deputado estadual pelo PMDB no Estado do Mato Grosso do Sul.
Em 1986, fui candidato a deputado estadual pelo PDT no Estado do Mato Grosso do Sul.
Em 1992, fui candidato a vereador pelo PDT em Dourados, Estado do Mato Grosso do Sul.
Em 1998, fui candidato a deputado federal pelo PGT no Estado de São Paulo.
Em 2000, fui candidato a vereador pelo PGT em São Paulo, Capital.
Em 2004, fui candidato a vereador pelo PSDB em Flórida Paulista, Estado de São Paulo.
Em 2012, fui candidato a vereador pelo PSDB em Tapiraí, Estado de São Paulo.
Em 2014, fui candidato a deputado estadual pelo PT do B no Estado de São Paulo.
Em 2016, estou sendo candidato a vereador pelo PT do B em Tapiraí, Estado de São Paulo, com o número 70777.
Dou graças a Deus, que na sua infinita bondade e misericórdia, está permitindo que mais uma vez eu participe como candidato com muita dignidade e honestidade!
Deus abençoe a todos!
Pastor Adriano, 70777, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

A Palavra de Deus

Jesus de Nazaré

Jesus de Nazaré!
Como é bom ser um seguidor de Jesus de Nazaré, um homem do povo, um homem que se identificava com a sua cidade.
Creio que é por isso que eu tenho me identificado ao longo do tempo com as cidades e bairros onde morei e trabalhei.
Já fui conhecido como Adriano de Ponta Porã, Adriano do Bairro do Limão, Adriano do Bairro do Belém, Adriano de Flórida Paulista, e agora sou Adriano de Tapiraí, o baiano de Jequié.
Aleluia!
Louvado seja Deus por tudo!
Em uma de minhas campanhas políticas, eu estava muito alegre na rua distribuindo os meus "santinhos", que infelizmente constava neles a palavra "pastor", Pastor Adriano, foi quando um cidadão que estava com uma Bíblia debaixo do braço me disse uma palavra que me deixou muito triste e abalado:
- Pastor? Onde já se viu pastor envolvido com política? Jesus por acaso se envolveu com política?
Era o começo da noite, fui para casa triste e abatido. Clamei ao Senhor. Orei. Chorei. Foi quando Jesus apareceu e falou ao meu triste coração:
- Meu servo, eu sou Jesus de Nazaré! Por que será que eu sou conhecido como Jesus de Nazaré? Era porque eu era um homem que amava minha cidade, convivia com o povo de minha cidade, me interessava pelos assuntos da minha cidade. Eu sou Jesus de Nazaré.
Fiquei confortado. Fiquei alegre. Levantei no dia seguinte e fui para a rua distribuir os meus santinhos.
Obrigado, Jesus de Nazaré!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.