O compromisso deste Blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Jesus de Nazaré
Jesus de Nazaré!
Como é bom ser um seguidor de Jesus de Nazaré, um homem do povo, um homem que se identificava com a sua cidade.
Creio que é por isso que eu tenho me identificado ao longo do tempo com as cidades e bairros onde morei e trabalhei.
Já
fui conhecido como Adriano de Ponta Porã, Adriano do Bairro do Limão,
Adriano do Bairro do Belém, Adriano de Flórida Paulista, e agora sou
Adriano de Tapiraí, o baiano de Jequié.
Aleluia!
Louvado seja Deus por tudo!
Em
uma de minhas campanhas políticas, eu estava muito alegre na rua
distribuindo os meus "santinhos", que infelizmente constava neles a
palavra "pastor", Pastor Adriano, foi quando um cidadão que estava com
uma Bíblia debaixo do braço me disse uma palavra que me deixou muito
triste e abalado:
- Pastor? Onde já se viu pastor envolvido com política? Jesus por acaso se envolveu com política?
Era
o começo da noite, fui para casa triste e abatido. Clamei ao Senhor.
Orei. Chorei. Foi quando Jesus apareceu e falou ao meu triste coração:
-
Meu servo, eu sou Jesus de Nazaré! Por que será que eu sou conhecido
como Jesus de Nazaré? Era porque eu era um homem que amava minha cidade,
convivia com o povo de minha cidade, me interessava pelos assuntos da
minha cidade. Eu sou Jesus de Nazaré.
Fiquei confortado. Fiquei alegre. Levantei no dia seguinte e fui para a rua distribuir os meus santinhos.
Obrigado, Jesus de Nazaré!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
segunda-feira, 25 de abril de 2016
sábado, 2 de abril de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Respeito à autoridade
Devemos respeitar a autoridade somente quando ela é
justa, honesta e verdadeira?
https://www.bibliaonline.com.br/acf/jd/1
Creio que não.
Creio que a Bíblia ensina
o contrário.
Existe autoridade mais
injusta, desonesta e mentirosa do que o
Satanás?
Creio que
não.
No entanto, a Bíblia
mostra que Deus trata o Satanás com muito respeito e recomenda aos cristãos que
procedam também assim.
Exemplos disso são os
diálogos de Deus com o Diabo a respeito de Jó, e o diálogo de Jesus com Satanás
no deserto da tentação.
Outro exemplo é o de Moisés, descrito por Judas em sua Carta,
no versículo nove:
"Mas o
arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de
Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor
te repreenda."
Adriano Pereira de Oliveira,
Tapiraí, São Paulo, Brasil.
sábado, 28 de novembro de 2015
Meu compromisso com o sistema batista
Meu caro Abel, meu irmão
de sangue e meu pai na fé batista, porque foi você que me levou para a Igreja
Batista em Perdizes, São Paulo, Brasil, onde fui batizado pelo pastor Enéas
Tognini dia 24 de novembro de 1963.
Você sabe muito bem que
estamos dentro do sistema batista e somos fiéis a ele.
Nosso pai, Casimiro José
de Oliveira, me disse, no dia em que saí de casa, com 16 anos de idade, para
vir para São Paulo, sim, nosso pai me disse:
- Meu filho, sê homem!
Nosso pai não conhecia a
Bíblia, mas disse a mim a mesma palavra que Davi disse a seu filho Salomão.
Eu não me esqueci, por
isso eu critico o sistema batista, porque estou dentro dele, mas sou fiel
a ele porque tenho um compromisso com ele.
Igreja pastoreada por
mim tem que ser fiel ao plano cooperativo e às ofertas missionárias.
A Congregação Batista de
Tapiraí, pastoreada por mim, envia a parte do plano cooperativo mensalmente, e dedica
os meses de fevereiro e março para o levantamento da oferta de missões mundiais,
os meses de maio e junho para as ofertas de missões estaduais, os meses de
agosto e setembro para as ofertas de missões nacionais, e vai dedicar o mês de
dezembro para missões regionais porque o novo executivo da região assim deseja.
No meu entendimento,
igreja que não quer cumprir esses compromissos deve pedir sua exclusão da
Convenção Batista Brasileira.
Igreja que não é fiel ao
plano cooperativo e às ofertas missionárias está sendo infiel a um compromisso
feito quando pediu a filiação.
Pastor que leva sua
igreja a não cumprir esse compromisso está cometendo uma falta moral e ética, é
pastor infiel, é pastor que não cumpre a palavra empenhada.
Critico o sistema, mas
estou dentro do sistema e sou fiel a ele.
Adriano Pereira de
Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
A falta de mordomia dos batistas brasileiros
Este é um assunto que tem angustiado a minha alma, por isso
estou escrevendo.
Estou falando de mordomia no sentido de boa administração
dos recursos providos por Deus para a expansão do Reino.
Tudo começa em 1.907 quando foram criadas a Convenção
Batista Brasileira e as duas juntas missionárias, uma para evangelizar o Brasil
e outra para evangelizar os países estrangeiros.
Será que não bastaria uma? Será que não seria suficiente
criar uma única junta de missões?
Mas naquele tempo isso não era problema para os batistas
brasileiros porque os executivos das referidas juntas eram os missionários
norte-americanos, sustentados pelos batistas dos Estados Unidos.
As ofertas levantadas pelas igrejas nos respectivos dias de
cada junta eram usadas integralmente para o sustento dos missionários nos
campos.
Mas as ofertas não estavam sendo suficientes, então
resolveram criar o plano cooperativo através do qual cada igreja enviaria dez
por cento de suas entradas mensalmente.
Mas nesse tempo já existiam também as convenções estaduais
que queriam a sua parte no plano cooperativo, certamente como condição para que
o plano fosse aprovado. E assim, os recursos do plano cooperativo foram
divididos, metade para a convenção de cada estado e metade para Convenção
Batista Brasileira.
De início, as convenções estaduais ficaram contentes porque
geralmente os executivos das convenções estaduais eram também missionários
norte-americanos sustentados pelos batistas da outra América.
Com o decorrer do tempo, e com o afastamento dos
missionários norte-americanos de cargos executivos, as convenções estaduais
foram avançando cada vez mais no plano cooperativo, aumentando sua parte e diminuindo
a parte da Convenção Batista Brasileira.
E por fim, surgem as associações regionais dentro de cada
estado, querendo também a sua parte no plano cooperativo para sustentar mais um
executivo.
E todo mundo usa o mesmo argumento: Queremos fazer missões!
A minha cabeça fica cheia de perguntas: Para que missões
regionais, missões estaduais e missões nacionais? A região não está dentro do
estado? O estado não está dentro do Brasil?
Será que não está na hora de repensarmos o nosso modelo
missionário? Será que não está na hora de termos menos executivos e mais
missionários? Será que não está na hora dos nossos executivos cuidarem mais de
missões e de missionários do que de parcerias disso e daquilo com empresas
particulares? Será que não é por causa disso tudo que muitas igrejas estão
deixando de lado o plano cooperativo?
Muitas outras perguntas poderiam ser feitas, mas vou parar
por aqui.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil
sábado, 21 de novembro de 2015
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
sábado, 24 de outubro de 2015
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)