O compromisso deste Blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Cantina nas Escolas Públicas.
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS), do Senado Federal,
aprovou projeto de lei que proíbe a venda de bebidas com baixo teor nutricional
ou alimentos com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, de gordura
trans ou sódio nas cantinas instaladas nas escolas de ensino
básico.
Na minha opinião, o que se deve proibir é a
existência de cantinas nas escolas públicas. Não há justificativa para a
existência delas, uma vez que a merenda escolar é distribuída gratuitamente em
todas as escolas. É uma das políticas públicas que está sendo realizada com
muito sucesso. O fato de haver cantinas nas escolas é mais um motivo para criar
angústia no seio das famílias pobres porque as crianças ficam atormentando seus
pais querendo dinheiro para comprar os produtos que são ali vendidos. Além do
mais, cria um certo constrangimento entre os alunos porque uns compram e outros
não podem comprar. Sou totalmente contra a existência de cantina em escolas
públicas. Quando fui Secretário Municipal de Educação e Cultura em determinado
município do interior, proibi terminantemente os diretores e professores de
pedir dinheiro para aluno sob qualquer pretexto, e proibi a venda de qualquer
coisa nas escolas. Com tal medida, eu queria contribuir para a paz e a
tranquilidade no seio das famílias.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Assistencia Social.
Dia 06/08/2013,
terça-feira, participei da IV Conferência Municipal de Assistência Social no
Município de Tapiraí, SP, onde muito se falou da necessidade de um diagnóstico
para que se execute um trabalho sério e justo na área da Assistência Social,
levando em consideração a diversidade do comportamento das pessoas em relação às
suas necessidades. Foi dito que há pessoas que falam de suas necessidades com
muita facilidade e vivem batendo nas portas dos órgãos públicos querendo alguma
coisa, mesmo não tendo necessidades reais, enquanto há outras que mesmo tendo
necessidades reais não procuram os órgãos públicos, por ignorância ou por
timidez. Daí a necessidade de um diagnóstico sobre as reais necessidades das
pessoas, enfatizou o Senhor Prefeito Araldo Todesco.
Penso que não somente os
órgãos públicos, mas também as igrejas e instituições religiosas e assistenciais
em geral, precisam fazer um diagnóstico para saber a real situação dos seus
membros. Caso contrário, vamos cair na mesma situação mencionada pelo ilustre
prefeito de Tapiraí, SP. Ou seja, vamos sempre ajudar a aqueles que falam de
suas necessidades, e deixar de ajudar a aqueles que sofrem calados. Creio mesmo
que há pessoas caladas que estão com muito mais necessidades do que aquelas
pessoas que sempre falam delas, que sempre pedem.
Que Deus nos dê
discernimento.
Que Deus nos ajude a
fazer a coisa certa.
Adriano Pereira de
Oliveira, Tapiraí, SP.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Parabéns, Jônatas!
Quando terminei a leitura da Bíblia
no Coreto da Praça da Rodoviária, em Tapiraí, SP, vi que um jovem estava sentado
num dos bancos da praça, com um notebook no colo, fone no ouvido, muito
atento.
Aproximei-me dele e travamos um
diálogo, através do qual fiquei sabendo que o nome dele é Jônatas, que mora no
sítio, que ganhou bolsa do PROUNI e que está cursando Engenharia Mecânica em
Sorocaba, SP.
Fiquei emocionado!
Não pedi permissão para ele para
escrever o que estou escrevendo, mas tenho que escrever, tenho que contar, é
motivo para darmos graças a Deus.
Fiquei pensando, nós os evangélicos
estamos tão preocupados com casamento gay e coisas semelhantes, que deixamos de
ver tanta coisa boa que está acontecendo neste país, deixamos de ver a
fantástica redistribuição de rendas que está acontecendo, deixamos de ver as
oportunidades que nossos jovens estão tendo, deixamos de ver os milhares
de Jônatas que estão espalhados por esse país afora usufruindo das bênçãos dessa
bendita redistribuição de rendas.
Que o Estado prossiga com essa
bendita redistribuição de rendas e que as Igrejas prossigam lendo a Bíblia na
Rua!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Oração e submissão às autoridades.
Entendo que o respeito e cuidado que
devemos ter no trato com as autoridades religiosas, pastores, padres, etc, é o
mesmo que devemos ter em relação às autoridades civis e militares, ou seja,
autoridades em geral.
Entendo que cada um está onde está
por vocação ou permissão de Deus e por um processo humano que envolve decisão de
quem tem o poder de decidir.
Todas merecem nosso respeito e nossa
lealdade.
Podemos dizer com lealdade e respeito
aquilo que achamos que não está correto no agir das autoridades.
Podemos lutar para tirar do poder
aquela autoridade que não está agindo dentro das normas, mas que a nossa luta
seja sempre na forma da lei, sempre com honestade, com clareza, com
transparência, nunca usando mentiras, calúnias, difamação ou coisa parecida.
Nunca injuriar as autoridades.
A Bíblia nos ensina que devemos
oração, respeito e submissão às autoridades.
Oração e ação. Oração fervorosa, e
ação honesta. Orar e agir com honestidade.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
sábado, 13 de julho de 2013
Terceirização progressiva do trabalho das igrejas.
Quando começou a terceirização das
responsabilidades das igrejas batistas brasileiras?
Todos sabemos que as igrejas
primitivas doutrinavam seus membros em todas as áreas da vida cristã, preparavam
e elegiam seus pastores dentre seus próprios membros, e realizavam a
evangelização de casa em casa e nas ruas todos os dias.
As igrejas batistas procediam assim
também antigamente.
Mas chegou um momento em que as
igrejas reunidas decidiram que seria melhor terceirizar a preparação de
pastores, e criaram uma instituição para isso e passaram a responsabilidade para
ela.
Em seguida, chegaram à conclusão de
que deviam terceirizar também a evangelização de povos distantes, e criaram uma
instituição para isso e passaram a responsabilidade para ela.
Mais tarde, alguns líderes acharam
que as igrejas locais não estavam dando conta de cuidar bem dos casais da
igreja, e que seria melhor criar instituições para cuidar só de casais, e
sugeriram que as igrejas terceirizassem também esse serviço, e assim
contribuiriam também para movimentar os negócios de transporte, turismo e
hotelaria.
Não demorou muito, e alguns
perceberam que as igrejas não estavam ensinando seus membros a evangelizar, e
criaram instituições para ensinar os crentes a evangelizar, e sugeriram que as
igrejas terceirizassem também esse serviço, e assim criaram emprego para muitos
professores de evangelismo, mesmo que seus alunos não pratiquem depois o que
aprenderam com eles.
E por fim, aquela instituição que
tinha sido criada para evangelizar os povos distantes, e que tinha criado um
projeto chamado Trans para evangelizar os povos que viviam às margens da Rodovia
Transamazônica, resolveu criar Trans por todos os lados, e pressionar as igrejas
locais para que terceirizem também a evangelização dos seus vizinhos, dos
moradores da rua da igreja, dos vizinhos dos crentes, para que sejam
evangelizados por pessoas de outros lugares porque as igrejas locais mesmo tendo
terceirizado a preparação de seus pastores, a preparação dos seus membros e a
preparação dos seus casais, não estão dando conta de evangelizar a sua rua e o
seu bairro, assim, é preciso que venham pessoas de outros lugares, pessoas que
também, via de regra, não estão evangelizando os seus vizinhos, e que viajam
para longe para evangelizar os vizinhos dos outros.
E com tudo isso, o que se ouve falar
mesmo é de planos e mais planos, metas e mais metas, alvos e mais alvos, e que
venham mais terceirizações!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Terceirização do Processo de Ordenação Pastoral.
Este assunto vem ocupando meus
pensamentos faz muito tempo. Tenho que escrever para liberar minha mente. Estou
falando sobre a terceirização do processo de ordenação pastoral, e não a
terceirização do ato em si mesmo, e estou usando o termo ordenação, e não
consagração, porque é o mais agradável à alma católica dos evangélicos
brasileiros. O termo consagração tem uma conotação subjetiva. O candidato pode
ser objetivamente ordenado e não ser subjetivamente consagrado.
Os batistas adotam o princípio da
autonomia da igreja local e a forma congregacional de governo, ou seja, governo
da congregação.
É a igreja local que, através da
assembleia geral de seus membros, ordena seus pastores ou convida pastores já
ordenados.
Originalmente, quando uma
igreja queria ordenar alguém para o ministério pastoral, ela decidia em
assembleia convocar um concílio de pastores para examinar o candidato, e em
seguida, escrevia ou telefonava para os pastores para virem a seu templo em tal
dia e horário para formar o concílio e examinar o candidato. No dia marcado, com
a presença dos pastores convidados, o dirigente da igreja assumia a liderança,
dava abertura na reunião, promovia a eleição da diretoria do concílio, e em
seguida passava a direção para o presidente, que, via de regra, era o próprio
pastor da igreja, fosse ele titular ou um interino convidado especialmente pela
igreja para conduzir o processo. Quer dizer, a igreja local conduzia todo o
processo.
Atualmente, muitas igrejas estão
terceirizando parte do processo, estão abrindo mão do privilégio de elas mesmas
convidarem os pastores das igrejas co-irmãs para virem a seu templo e formarem o
concílio examinatório. Muitas igrejas estão passando esse privilégio ou para a
Associação de Igrejas da Região ou para a Subseção da Ordem dos
Pastores.
Vejo um perigo nisso. Esse
comportamento pode se tornar uma jurisprudência, e alguém poderá entender que
quem não terceirizar essa parte do processo de ordenação pastoral não está
fazendo a coisa certa. Assim, quem continuar fazendo como se fazia origialmente
será considerado errado, e quem está terceirizando pasará a ser o
certo.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
terça-feira, 9 de julho de 2013
A Presidente Dilma e a Reforma Política.
Na minha opinião, a presidente Dilma
está de fato querendo fazer a reforma política e outras reformas. Ela está
apelando para o plebiscito porque sabe que os deputados e senadores não estão
interessados em mudanças no processo eleitoral, nem para 2014, nem para ano
nenhum. Quando a vejo falando sobre as reformas, lembro-me do presidente João
Goulart em março de 1964. É a mesma emoção, é a mesma paixão. Ele também queria
fazer as reformas, especialmente a agrária, mas sabia que os deputados e
senadores não agiriam nessa direção senão sob pressão popular, pressão das ruas.
Ele tentou pressionar, tentou levar o povo para a rua, mas foi derrubado do
poder pelos militares com o apoio daqueles que tinham medo das
reformas.
Há dois pontos na reforma política
que assustam boa parte dos atuais deputados. O primeiro é o voto distrital. Se
for implantado, muitos dos atuais deputados não se reelegerão porque foram
eleitos com votos espalhados em diversas regiões dos seus estados, não
possuindo uma base territorial para concorrerem por um distrito, entre eles
estão os evangélicos e assemelhados. Todos eles preferem o sistema proporcional
e não o distrital. O segundo ponto que assusta muitos deputados e quase toda a
classe política é o financiamento público de campanha. O financiamento público
de campanha seria benéfico para os novos, para os menos favorecidos
financeiramente. Mas os atuais detentores de cargos eletivos já têm os seus
financiadores, com os quais têm os seus compromissos, querem continuar assim. É
aqui que entra o maior engodo. Os poderosos com a ajuda da mídia passam para o
povo, para a opinião pública, a ideia de que o financiamento público de
campanha é um mal. Usam o povo incauto para defender os seus interesses. O
financiamento particular de campanha é a maior fonte de corrupção, é o maior mal
do nosso sistema eleitoral, mas os que lucram com ele convencem o povo de que é
o contrário. Então o povo passa a defender o interesse dos poderosos pensando
que está defendendo o seu próprio interesse. Este é um perigo que corre também o
plebiscito, mas mesmo sabendo disso, creio na sinceridade da presidente Dilma ao
querer convocar o plebiscito para fazer a reforma política.
A alegação de muitos deputados e
senadores é de que não há templo hábil para fazer o plebiscito e aplicar suas
decisões nas eleições de 2014. Se é assim, e se eles querem de fato as reformas,
por que não as fazem, sem o plebiscito? Eles sim, têm condições de fazerem as
reformas políticas em tempo hábil para que sejam aplicadas nas eleições de 2014.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Corrupto com ficha limpa, ou com ficha suja?
A visão que tenho de mim mesmo e de
toda a raça humana é que todos somos corruptos.
E entendo que é isto que está escrito na Bíblia: Todos
pecaram, não há um justo sequer.
A diferença é que há corruptos com
ficha limpa e corruptos com ficha suja.
Há corruptos que por sua força de
vontade e com a graça de Deus conseguem dominar sua corrupção.
E há corruptos também que embora não
conseguindo dominar sua corrupção, conseguem manter sua ficha limpa com
artifícios diversos.
Todos nós toleramos pequenas
corrupções quando são praticadas por nós ou em nosso favor.
Estou me lembrando de duas cenas que
presenciei.
A primeira foi quando, em determinada
localidade do Brasil, ouvi um vereador dizer para algumas pessoas que conseguia
marcar consultas e cirurgias no SUS para muita gente porque era amigo do diretor
regional e que telefonava diretamente para ele, e que de vez em quando levava um
presentinho para os funcionários. Tudo tem um preço, disse ele. Não é de
graça.
Certamente, as pessoas que eram
beneficiadas pelo eficiente trabalho daquele dinâmico vereador estavam gostando
muito, e nunca iriam dizer que ele estava praticando uma forma de
corrupção.
A segunda, presenciei, quando estava
no saguão de um hospital, e vi e ouvi um cidadão conversando com os parentes de
uma senhora que estava sendo internada, e dizia o seguinte: Fiquem tranquilos,
eu sou muito amigo do diretor, e já telefonei para ele, e ele me disse que
vai pedir aos médicos para cuidar muito bem dela.
Certamente, os familiares daquela
senhora ficaram muito alegres, e agradecidos a aquele prestativo
cidadão.
Mas eu fiquei pensando, e perguntando
a mim mesmo, e como será o tratamento de quem não tem um amigo que é
amigo diretor?
Não quero acusar ninguém, escrevi os
fatos acima para demonstrar que somos todos corruptos, e que fazemos vistas
grossas quando a corrupção é praticada por nós ou em nosso favor.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
O Relógio de Ponto de Tapiraí, SP.
Não sei o motivo
pelo qual o Relógio de Ponto de alguns funcionários da Prefeitura de
Tapiraí, SP, fica no extremo leste da cidade.
Não me parece razoável, mas a administração municipal deve ter alguma razão para isso.
Qual será a razão para tal procedimento?
Mas fica difícil de entender, por exemplo, o fato de um funcionário morar no extremo oeste da cidade, trabalhar no centro e ir bater o ponto no extremo leste.
De manhã, ele sai da casa dele no extremo oeste da cidade, passa pelo centro, vai assinar o ponto no extremo leste e volta para trabalhar no centro.
De tarde, depois do expediente, ele faz o caminho inverso, sai do centro da cidade, vai assinar o ponto no extremo leste e volta para sua casa no extremo oeste, passando pelo centro novamente.
Será que tem de ser assim, ou poderia ser diferente?
Respeitosamente.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
Não me parece razoável, mas a administração municipal deve ter alguma razão para isso.
Qual será a razão para tal procedimento?
Mas fica difícil de entender, por exemplo, o fato de um funcionário morar no extremo oeste da cidade, trabalhar no centro e ir bater o ponto no extremo leste.
De manhã, ele sai da casa dele no extremo oeste da cidade, passa pelo centro, vai assinar o ponto no extremo leste e volta para trabalhar no centro.
De tarde, depois do expediente, ele faz o caminho inverso, sai do centro da cidade, vai assinar o ponto no extremo leste e volta para sua casa no extremo oeste, passando pelo centro novamente.
Será que tem de ser assim, ou poderia ser diferente?
Respeitosamente.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
É bom para quem?
Ontem, 09/06/2013, domingo, às 20:30
horas, depois do culto na Igreja Batista de Tapiraí, dei uma volta de carro em
torno da Praça da Rodoviária.
Vi alguns artistas no coreto cantando
para umas poucas pessoas que estavam na praça, enquanto a maioria do povo da
cidade, com certeza, estava reunida nas igrejas cultuando a Deus.
Por isso, resolvi fazer a pergunta
que está no título desta mensagem:
É bom para quem?
É bom para quem, promover atividades
artísticas e culturais na praça da cidade usando serviço de som alto no mesmo
horário em que que as igrejas estão realizando os seus cultos, sabendo de
antemão que o som da praça chega a todos os templos da cidade?
É bom para quem, ouvir ao mesmo tempo
o som dos hinos cantados nas igrejas e o som das músicas da praça?
É bom para as igrejas?
É bom para os artistas?
É bom para a administração
municipal?
É bom para quem?
Se é bom para todos, prossigamos
assim.
Se não é bom para todos, por que não
fazer diferente?
Abraços a todos!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Será verdade?
No meu modo de entender, o fato de termos hoje a
Bíblia escrita e traduzida para diversos idiomas tem levado alguns a limitarem a
ação de Deus através de outros meios.
Foi pensando nisso que resolvi escrever algumas
pergunas:
Será verdade que Deus não fala mais através dos
anjos porque a revelação está completa na Bíblia?
Será verdade que Deus não fala mais através de
profetas atuais porque a revelação está completa na Bíblia?
Será verdade que Deus não fala mais através dos
sonhos porque a revelação está completa na Bíblia?
Será verdade que Deus não concede mais os dons de
curar porque agora a ciência está muito avançada?
Será verdade que o "pregar, ensinar e curar" de
Jesus é a mesma coisa que evangelizar, abrir escolas e hospitais?
Será verdade que Deus mudou os seus métodos de agir
porque a revelação está completa na Bíblia?
Abraços a todos.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
domingo, 26 de maio de 2013
Bíblia, oração e humanidade.
Eu poderia dar a esta mensagem o título de "dois
pastores que marcaram minha vida", mas resolvi dar o título acima.
No ano de 1963, com 20 anos de idade, comecei a
frequentar a Igreja Batista em Perdizes, São Paulo, SP, onde me tornei membro
através do batismo em 24 de novembro daquele ano.
Meus primeiros pastores foram Enéas Tognini e
Alberto Blanco de Oliveira, o primeiro ainda está vivo em São Paulo com 99 anos
de idade, o segundo já faleceu.
Os dois marcaram muito minha vida. Com o pastor Enéas Tognini, aprendi valorizar a Bíblia e a
oração. Com o pastor Blanco, aprendi a assumir
minha humanidade e a aceitar a humanidade dos outros.
Ainda estou longe da perfeição, mas com todas as
minhas fraquezas e limitações, tenho me esforçado na leitura da Bíblia e na
oração, e em assumir minha humanidade e aceitar a dos outros, ou seja, não ser
hipócrita, não ser fariseu.
Certa ocasião falei com o pastor Enéas sobre uma
experiência espiritual que tive. A resposta dele foi, "continue orando, continue
buscando".
No ano de 1966, ano em que me casei, eu estava
cursando o 2º Ano de Contabilidade na Escola Técnica de Comércio Dom Pedro II,
uma escola que não existe mais. Fiquei reprovado em Inglês. Fiquei muito
envergonhado. Não sabia como contar aquele fato para o pastor Blanco, porque ele
sempre incentiva os jovens da Igreja a apresentar o melhor de si no trabalho e
nos estudos. Mas um dia, mui timidamente falei com ele na porta da Igreja, no
final do culto, numa manhã de domingo:
- Pastor Blanco, fiquei reprovado em Inglês, repeti
de ano!
Sabe qual foi a resposta dele?
- Você queria se casar e ainda passar de ano, tudo
num ano só? Não acha que é muita coisa?
Aleluia! Que palavra confortadora! Tirou um peso
das minhas costas.
Ó Deus, ajuda-me a valorizar a Bíblia e a oração
como o pastor Enéas valoriza, e a mostrar minha humanidade e aceitar a dos outros
com o pastor Blanco mostrava a dele e aceitava a dos outros!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
sábado, 18 de maio de 2013
O Anjo da Guarda.
O
saudoso pastor Alberto Blanco de Oliveira, quando estava à frente da
Igreja Batista em Perdizes, São Paulo, SP, na década de 1960, fez
referência ao anjo da guarda em um de seus sermões num domingo pela
manhã.
Uma
senhora se levantou no auditório e disse que era crente batista há
muitos anos e que inclusive tinha cursado teologia e que nunca tinha
ouvido falar nesse tal de anjo da guarda, que isso era coisa da Igreja
Católica.
O pastor Blanco, calmamente, lá do púlpito, respondeu:
- Se a irmã quiser dispensar o seu, dispense. O meu, eu não dispenso.
Fiquei
pensando, será que há outras coisas boas na Bíblia que muitos crentes
batistas antigos, que cursaram teologia, nunca ouviram falar?
Abraços a todos!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
Manifestações do Espírito Santo e Dons Espirituais.
Hoje, 18/05/2013, logo cedo, antes de
ler qualquer coisa nos grupos de debates, surgiram na minha mente, quando
pensava sobre manifestações do Espírito Santo e dons espirituais, os nomes de
três escritores batistas da Convenção Batista Brasileira.
Sei que há muitos outros que talvez
estejam afinados com eles nos temas mencionados acima, mas eu me refiro a eles
porque tenho lido algumas coisas que eles escreveram sobre o
assunto.
Ainda sem ler qualquer mensagem nos
grupos de debates, desde as 22:00 horas de ontem, passo a escrever.
Os três escritores batistas que estão
na minha mente são: Israel Belo de Azevedo, Isaías Andrade Lins Filho e Zaqueu
Moreira de Oliveira.
Pode ser que eu não seja digno de
caminhar junto com esses queridos irmãos, mas como Rute colhia as espigas que
caíam dos balaios dos empregados de Boaz, eu quero catar as espigas que caem dos
balaios deles.
Eles falam com calma, com
tranquilidade, com segurança, sobre os referidos assuntos.
Permitam-me, queridos irmãos,
segui-los, mesmo que seja de longe!
Fraterno abraço!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Declaração de amor.
Há alguns irmãos que declaram de vez
em quando que aprenderam a me amar, respeitar e admirar.
Tenho dificuldade de entender a
declaração de amor desses queridos irmãos.
Eles sabem que passei pelo divórcio e
que estou no segundo casamento.
Eles sabem que sou filiado a partido
político, que já fui candidato diversas vezes e que pretendo ser candidato em
2014.
Mesmo sabendo de tudo isso, esses
queridos irmãos não perdem uma oportunidade de postar nos grupos administrados
por mim mensagens e vídeos contra o divórcio e o segundo casamento e contra
pastor na política.
Que amor é esse?
Que respeito é esse?
Que admiração é essa!
Eu me sinto muito mais amado,
admirado e respeitado pelo silêncio de uma grande multidão de amigos e irmãos em
Cristo do que por esses irmãos que fazem tais declarações mas estão sempre
mexendo nas minhas feridas.
Não se fala de corda em casa de
enforcado.
Abraços a todos.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Mundo de Hipocrisia.
Quando digo "mundo de hipocrisia", quero me referir especialmente ao nosso meio evangélico.
Desde ontem, 14/05/2013, estou com um pensamento em minha cabeça.
Relutei em escrever.
Mas como ele não vai embora, e é cada vez mais alimentado pelo que leio nos grupos, tenho que escrever.
Creio que foi Robson Cavalcante que escreveu certa ocasião que nós, os evangélicos, não temos uma ética social, temos uma ética sexual.
E é justamente nessa área que temos nossa maior hipocrisia.
Os judeus condenavam e puniam o pecado exterior.
Jesus veio e ensinou que o pecado está no coração, no interior da alma.
Não fiz pesquisa. Não tenho dados oficiais, mesmo porque a hipocrisia é tão grande que poucos responderiam com sinceridade tal pesquisa, mas imagino.
Onde imagino que mora a hipocrisia reinante no nosso meio?
Reside no fato de que aqueles que ainda não tiveram o seu pecado exteriorizado ou que exteriorizaram mas continua oculto, tripudiam sobre aqueles que tiveram a infelicidade de exteriorizar o seu ou que não conseguiram mantê-lo oculto.
O sujeito está com o coração cheio de adultério e condena o irmão que teve a infelicidade de exteriorizar o seu.
Está com o coração cheio de adultério e levanta a mão na assembleia da igreja para excluir seu irmão que teve o pecado exteriorizado.
O sujeito já está divorciado de fato de sua esposa, não liga mais para ela, não cuida dela, não é carinhoso com ela, solta galanteios para a mulher dos outros, mas simplesmente porque continua vivendo debaixo do mesmo teto acha que tem moral para condenar o irmão que teve a infelicidade de se divorciar legalmente.
Refiro-me especialmente aos homens porque creio que as mulheres são mais autênticas, muitas continuam debaixo do jugo de certos homens porque não encontram outra escolha.
Dito isto, que ninguém queira vir com a maiêutica socrática ou com sofismas para cima de mim.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Pastor Abel, Pastor Werner Kaschel e a Tradução da Bíblia.
Quando li a mensagem de hoje,
03/05/2013, do pastor Israel Belo de Azevedo, primeiros passos para uma vida
plena, lembrei-me de uma história que meu irmão, pastor Abel Pereira de
Oliveira, me contou, que passo a narrá-la com as minhas próprias
palavras.
Pastor Werner Kaschel era nosso velho
amigo. Fomos membros da mesma igreja por muito tempo, a Igreja Batista em
Perdizes, São Paulo, SP. Além do mais, ele foi meu diretor e professor na
Faculdade Teológica Batista de São Paulo.
Quando ele estava prestes a falecer,
o pastor Abel foi fazer uma visita para ele no hospital.
Conversaram, recordaram algumas
coisas, e finalmente chegou a hora de encerrar a visita com a leitura da Bíblia
e a oração.
Pastor Abel abriu solenemente a
Bíblia, na velha tradução de Almeida, e leu alguns
versículos para o nosso querido mestre e amigo!
Quando terminou a leitura, pastor
Werner começou a chorar e a dizer:
- Meu Deus, o que eu fiz de
errado para mererecer isso? Investi tanto tempo de minha vida para fazer uma
tradução da Bíblia numa linguagem atual, e agora quando estou quase morrendo vem
esse homem ler para mim uma tradução de quase 400 anos atrás?
Pastor Abel me contou essa história
com muita emoção.
Louvado seja Deus pela vida do nosso
querido pastor e professor Werner Kaschel!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
O rapaz, o skate e o cachorro.
Eu estava lendo a Bíblia na Praça da Rodoviária em
Piedade, SP, e um rapazinho começou a correr e pular na minha frente com o seu
skate.
Eu continuei lendo em voz alta no meu megafone, e
falei em pensamento com o Senhor:
- Senhor, estou lendo a Tua Palavra, toma
conta.
Não demorou muito, um cachorro saíu do meio da
praça e avançou no rapazinho. Ele parou. Tentou novamente, e o cachorro tornou a
avançar nele. Tornou a tentar, e o cachorro fez o mesmo. Ele pegou seu
skatezinho e assentou-se no banco em minha frente junto com seu colega que já
estava lá.
Eu continuei lendo até terminar o capítulo do
dia.
Depois, fiquei pensando, como Deus faz tudo
perfeito!
Tinha que usar mesmo um cachorro para impor
respeito durante a leitura de Sua Bendita Palavra porque se usasse um ser humano
ia dar confusão, polícia, boletim de ocorrências e muito falatório.
Louvado seja Deus por tudo!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
sábado, 27 de abril de 2013
Estou muito contente.
Hoje, estou muito contente porque
Deus está me dando o privilégio de receber meus filhos, noras, genros, netos e
muitos outros familiares e amigos, inclusive o meu irmão mais velho, pastor Abel
Pereira de Oliveira, que vieram participar do culto que será realizado neste
sábado, 27/04/2013, na Igreja Batista de Tapiraí, SP, em ação de graças pelos
meus 70 anos de vida e pelos quatro anos de casamento com a irmã Adriana
Rodrigues de Oliveira.
Obrigado, meu Deus!
Obrigado, minha gente!
Abraços a todos.
Pr. Adriano Pereira de Oliveira,
Tapiraí, SP.
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