O compromisso deste Blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
terça-feira, 31 de março de 2015
segunda-feira, 16 de março de 2015
Provas da bondade de Deus em minha vida
Senti no meu coração o desejo
de escrever o que estou escrevendo neste momento.
Deus sabe que eu tenho a
maior vergonha de pedir qualquer coisa para mim a quem quer que seja.
Fico muito envergonhado
quando fico em dificuldade financeira. Fico tão envergonhado que não tenho
coragem de contar para ninguém.
Mas Deus tem mostrado a sua
bondade para comigo nessa área através de algumas experiências.
Vou contar duas delas:
Primeira:
Certa ocasião, no início do meu ministério, há cerca de 40 anos, chegou um
amigo em minha casa, meio constrangido, meio sem jeito, e me falou o seguinte:
- Adriano, você me desculpe,
não sei se você está precisando de alguma coisa, mas eu tenho que fazer porque
foi Deus que mandou.
E continuou:
– Eu tinha um dinheiro para receber, que eu já
considerava como perdido, mas orei ao Senhor sobre o assunto, e Ele me disse: Você
vai receber, mas quando receber não se esqueça de levar um pouco para o
Adriano.
E ainda meio constrangido,
enfiou a mão no bolso, tirou certa quantia em dinheiro e me entregou.
Confesso que não estava
passando por nenhuma necessidade financeira naquele momento, assim como não
estou agora.
Segunda: Quando
eu era pastor em Ponta Porã, MS, chegou uma senhora idosa em minha casa e me
disse o seguinte:
- Pastor, eu não sei se
sonhei ou se tive uma visão, mas eu tinha um inquilino que saiu da minha casa
sem me pagar o aluguel, e eu pedi a Deus que tocasse no coração dele para que
ele me pagasse, e Deus me disse, não sei se era um sonho ou uma visão, mas Deus
me disse que o homem ia me pagar, mas quando eu recebesse era para trazer um
pouco para o senhor.
E me entregou certa quantia
em dinheiro, com a seguinte advertência:
- Mas é para o senhor, não é
para a Igreja, porque Deus me mandou dar o dinheiro para o pastor, não foi para
a Igreja.
Louvado seja Deus por tudo!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Ministério Bíblia na Rua
Em novembro de 2012,
senti em meu coração o desejo começar a leitura da Bíblia na Rua.
Comuniquei o meu desejo aos pastores de Tapiraí, SP, e pedi o apoio.
Todos gostaram da ideia. Mas não se dispuseram a estar ao meu lado lendo
a Bíblia na Rua.
Comecei lendo a Bíblia em Tapiraí, Piedade, Sorocaba e São Paulo, com a ajuda de alguns irmãos, principalmente minha esposa Adriana.
Atualmente, estou lendo a Bíblia todos os dias, de segunda a sexta-feira, às 08:00 horas da manha, na Praça da Rodoviária em Tapiraí, SP, e às 18:00 horas em Piedade, menos quarta-feira.
Em Tapiraí, conto com o apoio de duas irmãs da Igreja Batista, e em Piedade conto sempre com o apoio de minha esposa.
Estamos encerrando a leitura este ano no próximo dia 05/12/2014. Vamos tirar férias. Pretendemos retornar com a leitura da Bíblia na Rua em janeiro de 2015. Estamos pedindo a Deus que levante pelo menos dois homens em Tapiraí e dois em Piedade para que estejam ao nosso lado durante a leitura da Bíblia na Rua. Homens que acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus e que vale a pena lê-la na Rua. Se Deus tocar em seu coração, entre em contato comigo.
Que Deus abençoe a todos!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
Comecei lendo a Bíblia em Tapiraí, Piedade, Sorocaba e São Paulo, com a ajuda de alguns irmãos, principalmente minha esposa Adriana.
Atualmente, estou lendo a Bíblia todos os dias, de segunda a sexta-feira, às 08:00 horas da manha, na Praça da Rodoviária em Tapiraí, SP, e às 18:00 horas em Piedade, menos quarta-feira.
Em Tapiraí, conto com o apoio de duas irmãs da Igreja Batista, e em Piedade conto sempre com o apoio de minha esposa.
Estamos encerrando a leitura este ano no próximo dia 05/12/2014. Vamos tirar férias. Pretendemos retornar com a leitura da Bíblia na Rua em janeiro de 2015. Estamos pedindo a Deus que levante pelo menos dois homens em Tapiraí e dois em Piedade para que estejam ao nosso lado durante a leitura da Bíblia na Rua. Homens que acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus e que vale a pena lê-la na Rua. Se Deus tocar em seu coração, entre em contato comigo.
Que Deus abençoe a todos!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Palavras que incentivam
Gosto de contar histórias.
Mencionei hoje o nome do pastor Albino Ferraz, e disse que ele foi o primeiro bacharel em música sacra do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Mas como foi que tudo começou?
Ouvi dos lábios dele esta história.
Ele era um garoto, membro da Igreja Batista em Amambai, antigo Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul.
Chegou o dia de eleger a nova diretoria para o ano seguinte. O missionário norte-americano que era o pastor da Igreja disse, com aquele sotaque que todos conhecemos:
- O irmão Albino será o nosso organista.
O garoto Albino se encolheu todo no banco onde estava sentado e disse:
- Pastor, eu só sei tocar um hino!
O missionário respondeu de lá da frente, com voz bem alta para que todos ouvissem:
- Sabe mais do que todo mundo!
Pronto.
Assim começou a carreira de um dos mais brilhantes músicos batistas do Brasil, o primeiro bacharel em Música Sacra do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Palavras que incentivam! Como precisamos delas!
Adriano Pereira de Oliveira
Tapiraí, SP, 28 de novembro de 2014.
Mencionei hoje o nome do pastor Albino Ferraz, e disse que ele foi o primeiro bacharel em música sacra do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Mas como foi que tudo começou?
Ouvi dos lábios dele esta história.
Ele era um garoto, membro da Igreja Batista em Amambai, antigo Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul.
Chegou o dia de eleger a nova diretoria para o ano seguinte. O missionário norte-americano que era o pastor da Igreja disse, com aquele sotaque que todos conhecemos:
- O irmão Albino será o nosso organista.
O garoto Albino se encolheu todo no banco onde estava sentado e disse:
- Pastor, eu só sei tocar um hino!
O missionário respondeu de lá da frente, com voz bem alta para que todos ouvissem:
- Sabe mais do que todo mundo!
Pronto.
Assim começou a carreira de um dos mais brilhantes músicos batistas do Brasil, o primeiro bacharel em Música Sacra do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Palavras que incentivam! Como precisamos delas!
Adriano Pereira de Oliveira
Tapiraí, SP, 28 de novembro de 2014.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
A solução é fazer tendas
O artigo abaixo foi escrito por mim, a
pedido do Pr. Valtair Miranda, e foi publicado na Revista Administração
Eclesiástica do terceiro trimestre de 2009.
Naquela ocasião, eu era
pastor da Igreja Batista de Flórida Paulista, SP.
SUSTENTO PASTORAL, QUAL A SOLUÇÃO?
Deus continua a chamar pessoas de ambos os sexos para dedicarem suas vidas ao Santo Ministério da Palavra. Com a chamada vem o desafio da preparação e do sustento.
No que se refere à preparação, hoje está mais fácil do que antigamente. Além de haver cursos preparatórios em diversos lugares, há ainda as facilidades da internet. Já há cursos teológicos na modalidade de ensino à distância, reconhecidos pelo Ministério da Educação. O aluno pode estudar sem sair de casa. Basta ter o suporte de um bom computador conectado à internet pelo sistema de banda larga.
Verdade é que se discute a qualidade do referido ensino. Muitos questionamentos são levantados, tais como, o ensino à distância é tão eficiente como o presencial? Terá o aluno a devida disciplina para cumprir suas tarefas? A falta de convivência com colegas de estudo e professores não será prejudicial à sua formação?
Mas, deixando de lado a questão da preparação, e voltando para a questão do sustento pastoral que é o assunto deste artigo, qual será o futuro desses estudantes depois de concluírem o seu curso? Como eles ou elas se sustentarão financeiramente na realização do ministério?
Estou pensando dentro do contexto batista brasileiro, com as diversidades regionais, e com o princípio da autonomia da igreja local, onde cada igreja se autoadministra, e decide sobre todas as questões administrativas, inclusive sobre os honorários pastorais.
Há igrejas de diversos tamanhos e de diversos potenciais financeiros. Há igrejas que podem dar altos honorários aos seus pastores, e há aquelas sem as mínimas condições de dar um sustento condizente ao seu obreiro.
O que fazer então? Qual a solução para o sustento de homens e mulheres que são chamados para a obra do ministério cristão e não contam com o suporte financeiro adequado de uma igreja ou instituição?
Já no meu tempo de estudante na FTBSP, 1969 a 1972, o Pr. Werner Kaschel dizia que, segundo as estatísticas, de cada dez pastores batistas no Brasil, sete teriam que fazer tendas.
Não sei quais são as estatísticas atuais, mas imagino que a realidade deve continuar a mesma, ou seja, de cada dez igrejas batistas no Brasil, somente três tem condições de dar um sustento financeiro adequado ao seu pastor.
Pergunto novamente, o que fazer então?
Creio que os pastores devem ter consciência disso, e ao assumirem o pastorado de pequenas igrejas saberem que precisam de outra fonte de sustento fora da igreja, e não ficarem querendo tirar das igrejas aquilo que elas não podem dar.
Há muitos pastores que já recebem uma modesta aposentadoria, como é o meu caso, e podem muito bem pastorear pequenas igrejas e se contentarem com aquilo que elas podem dar, mas há aqueles que não possuem aposentadoria, nem outra fonte de renda qualquer, e precisam encontrar um meio para complementação do seu sustento e de sua família.
A Bíblia ensina, e as leis brasileiras permitem, que duas ou três pessoas reunidas em nome de Jesus organizem uma igreja e escolham livremente sua liderança.
A organização de igreja, de qualquer número de membros, é bíblica e legal.
"Digno é o obreiro do seu salário", mas dentro das possibilidades das igrejas. Igrejas grandes, grandes salários. Igrejas pequenas, pequenos salários.
Concordo com a afirmação seguinte, muito conhecida no meio batista: "Quem Deus chama, Deus sustenta". Deus sustenta a todos os seus filhos. Deus cuida até dos passarinhos, mas os passarinhos precisam sair em busca do seu sustento.
Jesus Cristo ensinou que é preciso, pedir, buscar, e bater na porta. Muitos ficam só no pedir. Esquecem de buscar e bater, esquecem de "fazer tendas".
Vamos fazer tendas.
É melhor que cada igreja, mesmo pequena, seja autônoma, e tenha o seu próprio pastor, com sustento ou sem sustento, do que ser congregação de outra igreja que fica em um município distante, e que também não pode dar a devida assistência.
Temos que aceitar a realidade brasileira, que não é a mesma em todas as regiões.
Cada grupo de irmãos, ou igreja, deve se autoadministrar de acordo com suas possibilidades.
Um pastor, fazendo tendas, poderá ser uma grande bênção para sua família, sua igreja e para a comunidade onde vive. Além dos benefícios materiais, terá também os benefícios sociais e espirituais.
Deixemos de lado a ideia de que igrejas grandes, Associações e Convenções tem obrigação de ajudar igrejas pequenas.
O raciocínio é inverso, igrejas pequenas ou grandes, todas contribuindo fielmente para as Associações e Convenções, para que estas possam realizar aquilo que uma igreja só não pode fazê-lo.
Nos meus 37 anos de pastorado nunca pedi nada para Associação ou Convenção, sempre entendi que compete à igreja enviar aquilo que prometeu quando se filiou, e nunca pedir nada de volta.
Cada uma deve realizar o trabalho de acordo com suas possibilidades.
A igreja que pastoreio atualmente tinha pedido ajuda para a Associação antes de eu tomar posse. Dentro de pouco tempo, levei a igreja a dispensar a ajuda.
Continuamos a fazer a nossa parte, enviar cinco por cento das entradas para a Associação, dez por cento para a Convenção Estadual, levantar as ofertas de missões mundiais, nacionais, estaduais e regionais, e contribuir para o Lar Batista de Crianças, tudo dentro das nossas possibilidades.
Sustento pastoral no Brasil Batista, qual a solução?
SUSTENTO PASTORAL, QUAL A SOLUÇÃO?
Deus continua a chamar pessoas de ambos os sexos para dedicarem suas vidas ao Santo Ministério da Palavra. Com a chamada vem o desafio da preparação e do sustento.
No que se refere à preparação, hoje está mais fácil do que antigamente. Além de haver cursos preparatórios em diversos lugares, há ainda as facilidades da internet. Já há cursos teológicos na modalidade de ensino à distância, reconhecidos pelo Ministério da Educação. O aluno pode estudar sem sair de casa. Basta ter o suporte de um bom computador conectado à internet pelo sistema de banda larga.
Verdade é que se discute a qualidade do referido ensino. Muitos questionamentos são levantados, tais como, o ensino à distância é tão eficiente como o presencial? Terá o aluno a devida disciplina para cumprir suas tarefas? A falta de convivência com colegas de estudo e professores não será prejudicial à sua formação?
Mas, deixando de lado a questão da preparação, e voltando para a questão do sustento pastoral que é o assunto deste artigo, qual será o futuro desses estudantes depois de concluírem o seu curso? Como eles ou elas se sustentarão financeiramente na realização do ministério?
Estou pensando dentro do contexto batista brasileiro, com as diversidades regionais, e com o princípio da autonomia da igreja local, onde cada igreja se autoadministra, e decide sobre todas as questões administrativas, inclusive sobre os honorários pastorais.
Há igrejas de diversos tamanhos e de diversos potenciais financeiros. Há igrejas que podem dar altos honorários aos seus pastores, e há aquelas sem as mínimas condições de dar um sustento condizente ao seu obreiro.
O que fazer então? Qual a solução para o sustento de homens e mulheres que são chamados para a obra do ministério cristão e não contam com o suporte financeiro adequado de uma igreja ou instituição?
Já no meu tempo de estudante na FTBSP, 1969 a 1972, o Pr. Werner Kaschel dizia que, segundo as estatísticas, de cada dez pastores batistas no Brasil, sete teriam que fazer tendas.
Não sei quais são as estatísticas atuais, mas imagino que a realidade deve continuar a mesma, ou seja, de cada dez igrejas batistas no Brasil, somente três tem condições de dar um sustento financeiro adequado ao seu pastor.
Pergunto novamente, o que fazer então?
Creio que os pastores devem ter consciência disso, e ao assumirem o pastorado de pequenas igrejas saberem que precisam de outra fonte de sustento fora da igreja, e não ficarem querendo tirar das igrejas aquilo que elas não podem dar.
Há muitos pastores que já recebem uma modesta aposentadoria, como é o meu caso, e podem muito bem pastorear pequenas igrejas e se contentarem com aquilo que elas podem dar, mas há aqueles que não possuem aposentadoria, nem outra fonte de renda qualquer, e precisam encontrar um meio para complementação do seu sustento e de sua família.
A Bíblia ensina, e as leis brasileiras permitem, que duas ou três pessoas reunidas em nome de Jesus organizem uma igreja e escolham livremente sua liderança.
A organização de igreja, de qualquer número de membros, é bíblica e legal.
"Digno é o obreiro do seu salário", mas dentro das possibilidades das igrejas. Igrejas grandes, grandes salários. Igrejas pequenas, pequenos salários.
Concordo com a afirmação seguinte, muito conhecida no meio batista: "Quem Deus chama, Deus sustenta". Deus sustenta a todos os seus filhos. Deus cuida até dos passarinhos, mas os passarinhos precisam sair em busca do seu sustento.
Jesus Cristo ensinou que é preciso, pedir, buscar, e bater na porta. Muitos ficam só no pedir. Esquecem de buscar e bater, esquecem de "fazer tendas".
Vamos fazer tendas.
É melhor que cada igreja, mesmo pequena, seja autônoma, e tenha o seu próprio pastor, com sustento ou sem sustento, do que ser congregação de outra igreja que fica em um município distante, e que também não pode dar a devida assistência.
Temos que aceitar a realidade brasileira, que não é a mesma em todas as regiões.
Cada grupo de irmãos, ou igreja, deve se autoadministrar de acordo com suas possibilidades.
Um pastor, fazendo tendas, poderá ser uma grande bênção para sua família, sua igreja e para a comunidade onde vive. Além dos benefícios materiais, terá também os benefícios sociais e espirituais.
Deixemos de lado a ideia de que igrejas grandes, Associações e Convenções tem obrigação de ajudar igrejas pequenas.
O raciocínio é inverso, igrejas pequenas ou grandes, todas contribuindo fielmente para as Associações e Convenções, para que estas possam realizar aquilo que uma igreja só não pode fazê-lo.
Nos meus 37 anos de pastorado nunca pedi nada para Associação ou Convenção, sempre entendi que compete à igreja enviar aquilo que prometeu quando se filiou, e nunca pedir nada de volta.
Cada uma deve realizar o trabalho de acordo com suas possibilidades.
A igreja que pastoreio atualmente tinha pedido ajuda para a Associação antes de eu tomar posse. Dentro de pouco tempo, levei a igreja a dispensar a ajuda.
Continuamos a fazer a nossa parte, enviar cinco por cento das entradas para a Associação, dez por cento para a Convenção Estadual, levantar as ofertas de missões mundiais, nacionais, estaduais e regionais, e contribuir para o Lar Batista de Crianças, tudo dentro das nossas possibilidades.
Sustento pastoral no Brasil Batista, qual a solução?
Fazer tendas.
Muito obrigado a todos!
Adriano Pereira de Oliveira.
Muito obrigado a todos!
Adriano Pereira de Oliveira.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Deus Dirige a História
Continuo afirmando o que escrevi dia 09 de setembro de 2013:
Creio
que Deus dirige a História.
Creio
que Deus de vez em quando traz juízo sobre o seu povo, usando sistemas
políticos para isso, como aconteceu com Israel e Judá em relação a Assíria e
Babilônia.
Creio
que o que está acontecendo no Brasil e em algumas outras nações pode ser
entendido assim.
Creio
que o povo de Deus deixou de seguir os ensinos de Jesus no sentido de
dividir os bens materiais por amor.
Creio
que por isso Deus está permitindo que sistemas políticos realizem aquilo que devia ter
sido feito voluntariamente pelas igrejas, pelo povo de Deus.
Creio
que a Bíblia ensina que devemos sempre honrar e respeitar as autoridades
constituídas.
Creio
também que o descalabro moral e antibíblico que estamos vendo nos últimos
tempos não é responsabilidade particular de nenhum partido político, mas de um
sistema mundial dirigido pelo espírito do Anticristo.
Creio
que querer culpar esse ou aquele partido político em particular pelo descalabro
moral é pura ingenuidade.
Creio
que a Bíblia ensina que a natureza humana é depravada.
Creio
que cabe ao povo de Deus vigiar, orar e participar, pois somos sal da terra e
luz do mundo.
Creio
que cabe também ao povo de Deus denunciar o erro, mas sempre com honestidade e
respeito para com as autoridades constituídas.
Adriano
Pereira de Oliveira.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Minhas candidaturas
O grande filósofo
Aristóteles disse que o homem, o ser humano, é um animal político.
O interesse pela
política despertou muito cedo em minha vida.
Foi confirmado quando passei pelo teste vocacional do Professor José
Novais Paternostro para ingressar na Faculdade Teológica Batista de São Paulo em
1969.
O Professor Paternostro afirmou que a minha primeira vocação era
religiosa e que a segunda era política.
Fui ordenado ao pastorado em 1972.
Desde então, estou no pastorado e, ao mesmo tempo, participando da vida
política.
Em 1976, fui candidato a vereador pela ARENA em Ponta Porã, MS, tive 149
votos.
Em 1978, tentei ser candidato a deputado estadual pela ARENA no MS, mas
não consegui.
Em 1982, fui candidato a deputado estadual pelo PMDB no MS, tive 1.322
votos.
Em 1986, fui candidato a deputado estadual pelo PDT no MS, tive 822
votos.
Em 1992, fui candidato a vereador pelo PDT em Dourados, MS, tive 352
votos.
Em 1996, tentei ser candidato a vereador pelo PDT em São Paulo, SP, mas
não consegui.
Em 1998, fui candidato a deputado federal pelo PGT em São Paulo, tive
1.767 votos.
Em 2000, fui candidato a vereador pelo PGT em São Paulo, Capital, deixei
a campanha três meses antes das eleições para assumir o pastorado em Flórida
Paulista, mas mesmo assim ainda consegui 238 votos.
Em 2004, fui candidato a vereador pelo PSDB em Flórida Paulista, tive 30
votos.
Em 2006, tentei ser candidato a deputado federal pelo PSDB de São Paulo,
mas o partido não me deu legenda.
Em 2012, novato em Tapiraí, SP, fui candidato a vereador pelo PSDB, tive
27 votos.
Em 2014, fui candidato a deputado estadual pelo PT do B de São Paulo,
tive 888 votos.
Tenho sido criticado por alguns que acham que pastor não deve se envolver
em política, mas ainda não perdi o entusiasmo. "Quem desiste, não faz
história."
Em política, sou admirador de Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel
Brizola, três gaúchos com cheiro de povo, com alma de povo, alma brasileira, a
cara do Brasil. Pretendo ir a São Borja, RS, brevemente, se Deus permitir,
juntamente com minha esposa, para honrarmos a memória dos três, cujos corpos
estão sepultados lá.
Em futebol, sou flamenguista.
Em religião e envolvimento social, sou admirador de Martin Luther King
Jr.
JESUS
CRISTO É MEU ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR E SENHOR!
terça-feira, 7 de outubro de 2014
A Vitória do Projeto Vitória em São Paulo.
A Coligação Projeto Vitória foi vitoriosa no Estado de São Paulo. Atingiu o objetivo, conseguiu eleger deputados estaduais e deputado federal. Isoladamente, isso não seria possível.
Os
partidos que compuseram a coligação, PSL 17, PT do B 70, PTC 36, PTN
19 e PMN 33, estão de parabéns pela iniciativa de se coligarem.
Que Deus abençoe a todos!
Que permaneçamos unidos!
Abraços a todos.
Adriano Pereira de Oliveira, Suplente de Deputado Estadual.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Suplente de Deputado Federal.
Agradecimento aos eleitores de São Paulo.
Agradecemos de coração aos queridos
eleitores do Estado de São Paulo que nos honraram dia 05 de outubro de 2014 com
o seu voto, dando 888 votos a Adriano 70223 para deputado estadual e 447 votos a
Adriana 7023 para deputada federal.
Que Deus abençoe a
todos!
"Estejam sempre alegres, orem sempre
e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês
por estarem unidos com Cristo Jesus." (1 Tessalonicenses 5.16-18).
Adriano Pereira de Oliveira
Adriana Rodrigues de Oliveira
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Louvado seja Deus por tudo!
Louvamos a Deus pela oportunidade de participar da campanha
eleitoral deste ano de 2014 como candidatos com muita dignidade e honestidade.
Louvamos a Deus porque durante o período da campanha não
faltamos a nenhum culto em nossa pequena congregação.
Louvamos a Deus porque durante a campanha não deixamos de
ler a Bíblia na Rua nenhum dia.
Louvamos a Deus porque durante a campanha não deixamos de
cumprir nossas obrigações na administração dos grupos Arca Batista Brasileira,
Debatendo Assuntos Diversos, Mensageiros da Paz, e Parada Federal.
Louvamos a Deus porque mesmo estando no Ministério da
Palavra há mais de 40 anos, não fomos a nenhuma igreja pedir votos, não
participamos de nenhuma reunião religiosa para pedir votos, nem para nos mostrar.
Louvamos a Deus por aqueles que nos apoiaram publicamente.
Louvamos a Deus por aqueles que nos apoiaram
silenciosamente.
Louvamos a Deus por aqueles que sorrateiramente tentaram
solapar as bases de nossas candidaturas.
Louvamos a Deus por aqueles que publicamente combateram as
nossas candidaturas.
Louvamos a Deus porque cremos que na última hora ainda surgirão
os José de Arimateia e os Nicodemos que nos apoiarão publicamente.
Louvamos a Deus porque continuamos pedindo o voto do eleitor
do Estado de São Paulo, independentemente de religião.
Louvamos a Deus porque desejamos o bem-estar de todos.
Louvamos a Deus porque continuamos apoiando a juventude e
honrando a terceira idade, de acordo com a música de nossa campanha que está no
vídeo abaixo.
Cremos que a Igreja de Jesus Cristo não precisa de políticos
para defendê-la. Jesus Cristo é o Senhor, é o dono da Igreja, Ele a defende.
Por isso, nossa meta não é defender a Igreja, mas buscar o
bem-estar do povo paulista e do povo brasileiro de acordo com os princípios da
ética, da moralidade e da justiça.
Que Deus abençoe a todos.
Adriano Pereira de Oliveira, Estadual São Paulo 70223.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo 7023.
domingo, 28 de setembro de 2014
Horário eleitoral gratuito.
O grande desafio para os pequenos partidos é conseguir
atingir o quociente eleitoral para eleger deputado estadual e federal.
O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão é um
grande instrumento de justiça na disputa eleitoral, e que ajuda muito os
pequenos partidos na luta para conseguirem atingir o quociente eleitoral.
O partido ou coligação que usou o referido instrumento sem
parcialidade terá mais sucesso do aquele que foi imparcial.
O partido ou coligação que deu oportunidades iguais aos seus
candidatos no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão terá mais chances
de ter representação nas Assembleias Legislativas e na Câmara Federal.
Parabéns aos partidos e coligações que deram oportunidades
iguais aos seus candidatos no horário eleitoral gratuito no rádio e na
televisão! Com certeza, terão muito melhor resultado do que aqueles que não
permitiram que os eleitores vissem o rosto e ouvissem a voz de todos os seus
candidatos no mesmo pé de igualdade no horário eleitoral gratuito no rádio e na
televisão.
Abraços a todos!
Adriano Pereira de Oliveira, Estadual São Paulo 70223.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo 7023.
domingo, 7 de setembro de 2014
Quem é o pastor Adriano?
Eu sou o pastor Adriano,
pastor batista da Convenção Batista Brasileira há 42 anos. Pastoreei
igrejas batistas em São Paulo e Mato Grosso do Sul durante todo esse
tempo. Fui membro de diversas Juntas da Denominação Batista, professor e
diretor de Seminário. Fui Secretário Municipal de Educação e Cultura em
Ponta Porã, MS. Fui professor concursado do ensino fundamental em
Dourados, MS. Fui candidato oito vezes a vereador, deputado estadual e
federal em Mato Grosso do Sul e São Paulo. Nunca deixei de ser pastor.
No
momento, estou tomando conta de uma pequena Congregação Batista na
cidade de Tapiraí, SP, Região de Sorocaba, e liderando o Ministério
Bíblia na Rua.
Desejo continuar sendo uma fiel testemunha de Jesus Cristo por onde eu
andar.
Tenho
licenciatura plena em Filosofia e Pedagogia, sou bacharel em Direito,
Especialista em Educação de Jovens e adultos e estou concluindo
especialização em Gestão Pública Municipal (o TCC está pronto e será
apresentado dia 11/10/2014, se Deus permitir).
Como candidato a deputado estadual no Estado de São Paulo neste ano de
2014, não estou usando o título de pastor em minha propaganda política,
sou Adriano, 70223, o paulista de Jequié, aquele menino que nasceu no
sertão da Bahia, e veio para São Paulo em 1959, com 16 anos de idade.
Desejo ser eleito, preciso do apoio de todos os meus amigos.
Minha
esposa, Adriana, funcionária pública concursada do Município de
Votorantim, SP, aceitou ser candidata a deputada federal atendendo um
apelo veemente de última hora do presidente do Partido Trabalhista do
Brasil, nosso partido, e foi registrada com o número 7023.
Contamos com as orações e com o apoio de todos.
Adriano Estadual São Paulo 70223.
Adriana Federal São Paulo 7023.
sábado, 30 de agosto de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
O sistema propocional e a hipocrisia dos candidatos.
O sistema adotado no
Brasil para a eleição de vereadores, deputados estaduais e deputados federais é
o sistema proporcional onde as cadeiras nas casas legislativas municipais,
estaduais e federal são distribuídas proporcionalmente ao número de votos de
cada partido ou coligação.
Cada partido ou
coligação para eleger um candidato precisa primeiramente alcançar o quociente
eleitoral que é o número de votos válidos no município (eleição de vereador) ou
no estado (eleição de deputado) divido pelo número de cadeiras a serem
preenchidas.
Nesse sentido, todos
os candidatos do partido ou coligação precisam trabalhar unidos para
conseguirem atingir o quociente eleitoral porque sem ele ninguém será eleito
por mais bem votado que seja. Feito o quociente eleitoral, será eleito o mais
votado dentro do partido ou coligação, aproveitando os votos dos menos votados.
A vantagem desse
sistema é que cada candidato a vereador pode pedir votos para os eleitores do município
inteiro, e cada candidato a deputado estadual ou federal pode fazer campanha no
estado inteiro, ou seja, o eleitor pode votar em qualquer candidato a vereador
do seu município e em qualquer candidato a deputado estadual ou federal do seu
estado.
A desvantagem desse
sistema é que leva os dirigentes partidários e os candidatos a viverem numa
situação de hipocrisia, ou seja, a dizerem que todos são iguais, que não há
candidatos preferidos dentro do partido ou coligação, que não importa quem seja
o candidato eleito, que o importante é o partido ou coligação eleger o maior
número possível de vereadores ou deputados.
Não é verdade. Todo
dirigente partidário tem os seus preferidos. Todo candidato deseja chegar em
primeiro lugar para ser eleito com os votos dos outros. Temos uma dupla
situação, todos os candidatos de um partido são companheiros porque precisam
trabalhar unidos para conseguirem o quociente eleitoral, e são adversários
porque estão disputando uns com os outros para ver quem chega em primeiro
lugar.
Conclusão, os
adversários do candidato nas eleições proporcionais são os seus companheiros de
partido ou coligação. A disputa não é com os candidatos de outros partidos ou
coligações, mas com os companheiros de partido ou coligação.
Diferentemente do
sistema distrital, onde cada partido ou coligação tem um candidato em cada
distrito e onde cada candidato faz sua campanha dentro do seu próprio distrito
e só pode ser votado por eleitor daquele distrito, tendo como adversários os
candidatos de outros partidos ou coligações do mesmo distrito.
Adriano Pereira de
Oliveira, Estadual São Paulo 70223.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo 7023.
domingo, 24 de agosto de 2014
O Parlamentar Cristão é um Atalaia.
Desde que ouvi
o testemunho de um antigo vereador batista da cidade do Rio de Janeiro de nome
Dirceu Amaro, fiquei com a convicção de que o parlamentar cristão é acima de
tudo um atalaia, um vigia, uma pessoa que tem que estar atenta ao que está
acontecendo ao seu redor.
Dirceu Amaro
contou que uma vereadora, sua colega na Câmara Municipal do Rio de Janeiro,
apresentou um projeto pedindo a desapropriação do templo de uma igreja
evangélica porque entendia que estava numa área de interesse
público.
Segundo Dirceu
Amaro, o projeto foi aprovado em todas as comissões porque os vereadores tinham
medo daquela colega por causa da religião dela, eles tinham medo de serem
atingidos por alguma macumba dela, por algum
feitiço.
Dirceu Amaro
ficou orando durante todo o tempo em que aquele projeto circulou nas diversas
comissões pedindo que Deus desse uma solução para aquele caso. Ele não achava
justo que o templo de uma igreja evangélica fosse desapropriado pelo
município.
Quando o
referido projeto entrou na pauta de votação no plenário, Dirceu Amaro estava lá
atento orando a Deus e pedindo uma solução. O presidente da Câmara colocou o
projeto em votação, e disse:
- Os favoráveis
permaneçam como estão, e os contrários fiquem em
pé.
Dirceu Amaro
deu um pulo e ficou em pé imediatamente. Os outros vereadores se assustaram com
o pulo de Dirceu Amaro, e ficaram em pé junto com ele. Somente a autora do
projeto ficou sentada, e muito brava.
Faz tempo que
eu queria escrever este testemunho do Vereador Dirceu Amaro, mas hoje quando
ouvi o pronunciamento do Senador Magno Malta sobre a decisão do CONAD, Conselho
Nacional de Políticas Sobre Drogas, de não permitir que se fale sobre religião
nas Casas de Recuperação de Viciados, entendi que era o momento de escrever
porque o referido pronunciamento reforça minha tese de que o parlamentar cristão
é acima de tudo um atalaia.
Aproveito a
oportunidade para dizer que temos que tirar o chapéu para pessoas como Magno
Malta, Pastor Veloso e outros, que estão nos alertando constantemente, com
conhecimento de causa, sobre o problema das
drogas.
Adriano Pereira
de Oliveira
Candidato a
Deputado Estadual 70223, São Paulo, Brasil.
Adriana
Rodrigues de Oliveira
Candidata a Deputado Federal
7023, São Paulo, Brasil.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Adriano e Adriana.
Um paulista de Jequié e uma paulista de
Verdade,
Na Terra dos Bandeirantes, servindo a
comunidade,
Apoiando a juventude, honrando a terceira
idade.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Jesus de Nazaré.
Jesus de
Nazaré!
Como é bom ser um seguidor de Jesus de Nazaré, um homem do povo, um homem que se
identificava com a sua cidade.
Creio que é por isso que eu tenho me
identificado ao longo do tempo com as cidades e bairros onde morei e
trablhei.
Já fui conhecido como Adriano de
Ponta Porã, Adriano do Bairro do Limão, Adriano do Bairro do Belém, Adriano de
Flórida Paulista, e agora sou Adriano de Tapiraí, o baiano de
Jequié.
Aleluia!
Louvado seja Deus por
tudo!
Em uma de minhas campanhas políticas,
eu estava muito alegre na rua distribuindo os meus "santinhos", que infelizmente
constava neles a palavra "pastor", Pastor Adriano, foi quando um cidadão que
estava com uma Bíblia debaixo do braço me disse uma palavra que me deixou muito
triste e abalado:
- Pastor? Onde já se viu pastor
envolvido com política? Jesus por acaso se envolveu com política?
Era o começo da noite, fui para casa
triste e abatido. Clamei ao Senhor. Orei. Chorei. Foi quando Jesus apareceu e
falou ao meu triste coração:
- Meu servo, eu sou Jesus de Nazaré! Por que será que eu sou conhecido como
Jesus de Nazaré? Era porque eu era um homem que amava
minha cidade, convivia com o povo de minha cidade, me interessava pelos assuntos
da minha cidade. Eu sou Jesus de
Nazaré.
Fiquei confortado. Fiquei alegre.
Levantei no dia seguinte e fui para a rua distribuir os meus
santinhos.
Obrigado, Jesus de
Nazaré!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
domingo, 20 de julho de 2014
Minha vida, da marinete à internet.
Dezoito de julho é uma data marcante em minha vida. Foi
no dia 18 de julho de 1959, sábado, que eu deixei o pequeno povoado de Itamira,
Município de Mucurici, Estado do Espírito Santo, onde morava juntamente com
quase toda a minha parentela, e vim para São Paulo. Itamira hoje pertence ao
Município de Ponto Belo. Eu tinha pouco mais de 16 anos de idade. Tomei a
marinete que fazia diariamente a linha Nova Venécia, ES - Nanuque, MG. Segui
para Nanuque, depois para Teófilo Otoni e Governador Valadares, e em seguida,
Rio de Janeiro e São Paulo.
Nasci no município de Jequié, na Bahia. Meu sonho desde
criança era vir para São Paulo. Com sete anos de idade fui levado por meus pais
para as matas do contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo. É lá que
fica Itamira, de onde eu saí, sozinho, com 16 anos de idade, para vir para São
Paulo.
A viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e
medo.
Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959,
uma terça-feira. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a
casa de um conhecido na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da
casa não foi nada animadora:
- "Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai
não vê.”
No dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não
conhecia. No dia 1º de agosto, dez dias depois da minha chegada, comecei a
trabalhar como office-boy numa multinacional
alemã.
Daí para frente, foi só trabalho e estudo. Tive oportunidade
de concluir quatro cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito,
e duas especializações, Educação de Jovens e Adultos e Gestão Pública Municipal
(esta última, em fase de conclusão). Estou habilitado legalmente como pastor,
professor, orientador educacional, advogado e jornalista.
Casei, gerei filhos, e já tenho oito
netos.
Muitas
coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente.
Tive alegrias e tristezas. Sempre estudando e trabalhando na educação e na
evangelização em todos os lugares por onde passei, tais como, Ponta Porã e
Dourados, MS, Flórida Paulista, SP, e sobretudo em São Paulo, Capital.
Participei de Campanhas Evangelísticas em Portugal, Espanha, Chile e
Paraguai. Estou em Tapiraí, SP, desde o ano 2010, onde cuido de uma pequena
Igreja Batista e realizo a leitura pública das Sagradas Escrituras todos os
dias, através do Ministério Bíblia na Rua.
Assim foi a minha vida, da marinete à
internet.
Passados 55 anos desde que saí de Itamira, aos 71 anos
de idade, olho para trás e contemplo muitas lutas e vitórias. Neste ano de 2014,
sou candidato a deputado estadual, com o número 70223, e minha esposa, Adriana
Rodrigues de Oliveira, é candidata a deputada federal, com número 7023. Contamos
com suas orações e com seu voto para travarmos mais esta batalha com paz e
tranquilidade.
Obrigado, São Paulo!
Louvado seja Deus por
tudo!
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