sábado, 20 de agosto de 2016

Quarenta anos de candidaturas do pastor Adriano

Sou pastor batista desde 1972. Tenho participado das disputas eleitorais desde 1976. Estou completando 40 anos de candidaturas neste ano de 2016.
Fui candidato em todos os estados e municípios onde exerci o ministério pastoral.
Em 1976, fui candidato a vereador pela ARENA em Ponta Porã, Estado do Mato Grosso.
Em 1982, fui candidato a deputado estadual pelo PMDB no Estado do Mato Grosso do Sul.
Em 1986, fui candidato a deputado estadual pelo PDT no Estado do Mato Grosso do Sul.
Em 1992, fui candidato a vereador pelo PDT em Dourados, Estado do Mato Grosso do Sul.
Em 1998, fui candidato a deputado federal pelo PGT no Estado de São Paulo.
Em 2000, fui candidato a vereador pelo PGT em São Paulo, Capital.
Em 2004, fui candidato a vereador pelo PSDB em Flórida Paulista, Estado de São Paulo.
Em 2012, fui candidato a vereador pelo PSDB em Tapiraí, Estado de São Paulo.
Em 2014, fui candidato a deputado estadual pelo PT do B no Estado de São Paulo.
Em 2016, estou sendo candidato a vereador pelo PT do B em Tapiraí, Estado de São Paulo, com o número 70777.
Dou graças a Deus, que na sua infinita bondade e misericórdia, está permitindo que mais uma vez eu participe como candidato com muita dignidade e honestidade!
Deus abençoe a todos!
Pastor Adriano, 70777, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

A Palavra de Deus

Jesus de Nazaré

Jesus de Nazaré!
Como é bom ser um seguidor de Jesus de Nazaré, um homem do povo, um homem que se identificava com a sua cidade.
Creio que é por isso que eu tenho me identificado ao longo do tempo com as cidades e bairros onde morei e trabalhei.
Já fui conhecido como Adriano de Ponta Porã, Adriano do Bairro do Limão, Adriano do Bairro do Belém, Adriano de Flórida Paulista, e agora sou Adriano de Tapiraí, o baiano de Jequié.
Aleluia!
Louvado seja Deus por tudo!
Em uma de minhas campanhas políticas, eu estava muito alegre na rua distribuindo os meus "santinhos", que infelizmente constava neles a palavra "pastor", Pastor Adriano, foi quando um cidadão que estava com uma Bíblia debaixo do braço me disse uma palavra que me deixou muito triste e abalado:
- Pastor? Onde já se viu pastor envolvido com política? Jesus por acaso se envolveu com política?
Era o começo da noite, fui para casa triste e abatido. Clamei ao Senhor. Orei. Chorei. Foi quando Jesus apareceu e falou ao meu triste coração:
- Meu servo, eu sou Jesus de Nazaré! Por que será que eu sou conhecido como Jesus de Nazaré? Era porque eu era um homem que amava minha cidade, convivia com o povo de minha cidade, me interessava pelos assuntos da minha cidade. Eu sou Jesus de Nazaré.
Fiquei confortado. Fiquei alegre. Levantei no dia seguinte e fui para a rua distribuir os meus santinhos.
Obrigado, Jesus de Nazaré!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Respeito à autoridade

Devemos respeitar a autoridade somente quando ela é justa, honesta e verdadeira?
Creio que não.
Creio que a Bíblia ensina o contrário.
Existe autoridade mais injusta, desonesta e mentirosa do que o Satanás?
Creio que não.
No entanto, a Bíblia mostra que Deus trata o Satanás com muito respeito e recomenda aos cristãos que procedam também assim.
Exemplos disso são os diálogos de Deus com o Diabo a respeito de Jó, e o diálogo de Jesus com Satanás no deserto da tentação.
Outro exemplo é o de Moisés, descrito por Judas em sua Carta, no versículo nove: 
"Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda."
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
https://www.bibliaonline.com.br/acf/jd/1

sábado, 28 de novembro de 2015

Meu compromisso com o sistema batista

Meu caro Abel, meu irmão de sangue e meu pai na fé batista, porque foi você que me levou para a Igreja Batista em Perdizes, São Paulo, Brasil, onde fui batizado pelo pastor Enéas Tognini dia 24 de novembro de 1963.

Você sabe muito bem que estamos dentro do sistema batista e somos fiéis a ele.
Nosso pai, Casimiro José de Oliveira, me disse, no dia em que saí de casa, com 16 anos de idade, para vir para São Paulo, sim, nosso pai me disse:

- Meu filho, sê homem!

Nosso pai não conhecia a Bíblia, mas disse a mim a mesma palavra que Davi disse a seu filho Salomão.

Eu não me esqueci, por isso eu critico o sistema batista, porque estou dentro dele, mas sou fiel a ele porque tenho um compromisso com ele.

Igreja pastoreada por mim tem que ser fiel ao plano cooperativo e às ofertas missionárias.

A Congregação Batista de Tapiraí, pastoreada por mim, envia a parte do plano cooperativo mensalmente, e dedica os meses de fevereiro e março para o levantamento da oferta de missões mundiais, os meses de maio e junho para as ofertas de missões estaduais, os meses de agosto e setembro para as ofertas de missões nacionais, e vai dedicar o mês de dezembro para missões regionais porque o novo executivo da região assim deseja.

No meu entendimento, igreja que não quer cumprir esses compromissos deve pedir sua exclusão da Convenção Batista Brasileira.

Igreja que não é fiel ao plano cooperativo e às ofertas missionárias está sendo infiel a um compromisso feito quando pediu a filiação.

Pastor que leva sua igreja a não cumprir esse compromisso está cometendo uma falta moral e ética, é pastor infiel, é pastor que não cumpre a palavra empenhada.

Critico o sistema, mas estou dentro do sistema e sou fiel a ele.

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A falta de mordomia dos batistas brasileiros



Este é um assunto que tem angustiado a minha alma, por isso estou escrevendo.

Estou falando de mordomia no sentido de boa administração dos recursos providos por Deus para a expansão do Reino.

Tudo começa em 1.907 quando foram criadas a Convenção Batista Brasileira e as duas juntas missionárias, uma para evangelizar o Brasil e outra para evangelizar os países estrangeiros.

Será que não bastaria uma? Será que não seria suficiente criar uma única junta de missões?

Mas naquele tempo isso não era problema para os batistas brasileiros porque os executivos das referidas juntas eram os missionários norte-americanos, sustentados pelos batistas dos Estados Unidos.

As ofertas levantadas pelas igrejas nos respectivos dias de cada junta eram usadas integralmente para o sustento dos missionários nos campos.

Mas as ofertas não estavam sendo suficientes, então resolveram criar o plano cooperativo através do qual cada igreja enviaria dez por cento de suas entradas mensalmente.

Mas nesse tempo já existiam também as convenções estaduais que queriam a sua parte no plano cooperativo, certamente como condição para que o plano fosse aprovado. E assim, os recursos do plano cooperativo foram divididos, metade para a convenção de cada estado e metade para Convenção Batista Brasileira.

De início, as convenções estaduais ficaram contentes porque geralmente os executivos das convenções estaduais eram também missionários norte-americanos sustentados pelos batistas da outra América.

Com o decorrer do tempo, e com o afastamento dos missionários norte-americanos de cargos executivos, as convenções estaduais foram avançando cada vez mais no plano cooperativo, aumentando sua parte e diminuindo a parte da Convenção Batista Brasileira.

E por fim, surgem as associações regionais dentro de cada estado, querendo também a sua parte no plano cooperativo para sustentar mais um executivo.

E todo mundo usa o mesmo argumento: Queremos fazer missões!

A minha cabeça fica cheia de perguntas: Para que missões regionais, missões estaduais e missões nacionais? A região não está dentro do estado? O estado não está dentro do Brasil?

Será que não está na hora de repensarmos o nosso modelo missionário? Será que não está na hora de termos menos executivos e mais missionários? Será que não está na hora dos nossos executivos cuidarem mais de missões e de missionários do que de parcerias disso e daquilo com empresas particulares? Será que não é por causa disso tudo que muitas igrejas estão deixando de lado o plano cooperativo?

Muitas outras perguntas poderiam ser feitas, mas vou parar por aqui.

Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil