O compromisso deste Blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Pastor Adriano 70777
Pastor batista da Convenção Batista Brasileira desde 1972.
Pastoreou igrejas batistas em São Paulo e Mato Grosso do Sul durante todo esse
tempo.
Foi membro de diversas Juntas da Denominação Batista, professor e diretor de Seminário.
Foi Secretário Municipal de Educação e Cultura em Ponta Porã, MS.
Foi professor concursado do ensino fundamental em Dourados, MS.
Foi candidato nove vezes a vereador, deputado estadual e deputado federal em Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Nunca deixou de ser pastor.
No momento, está tomando conta de uma pequena Congregação Batista em Tapiraí e realizando a leitura da Bíblia na Rua em Tapiraí e Piedade.
Deseja continuar sendo uma fiel testemunha de Jesus Cristo por onde andar.
Tem licenciatura plena em Filosofia e Pedagogia, é bacharel em Direito e especialista em Educação de Jovens e adultos e em Gestão Pública Municipal.
Como candidato a vereador em Tapiraí neste ano de 2016, está usando o título de pastor em sua propaganda eleitoral porque é realmente o que ele tem sido há mais de 40 anos e é assim que ele é conhecido em todos os lugares por onde passou e onde exerceu o seu ministério pastoral, e é assim também que ele é conhecido em Tapiraí.
Pastor Adriano é natural do Estado da Bahia, e veio para São Paulo em 1959 com 16 anos de idade.
Está em Tapiraí desde o ano 2010, juntamente com sua esposa Adriana Rodrigues de Oliveira, natural de Piedade, SP, funcionária pública concursada do Município de Votorantim.
Pastor Adriano decidiu ser candidato a vereador neste ano de 2016 para colocar todo o seu preparo e experiência a serviço do povo de Tapiraí.
Nesse sentido, pede as orações do Povo de Deus, e o voto do eleitor de Tapiraí.
Deus abençoe a todos!
Pastor Adriano, 70777, Coligação Renovar para Melhor, PT do B – PSD.
Com César Araújo, 70, para prefeito, e Jaqueline Machado para vice.
Foi membro de diversas Juntas da Denominação Batista, professor e diretor de Seminário.
Foi Secretário Municipal de Educação e Cultura em Ponta Porã, MS.
Foi professor concursado do ensino fundamental em Dourados, MS.
Foi candidato nove vezes a vereador, deputado estadual e deputado federal em Mato Grosso do Sul e São Paulo.
Nunca deixou de ser pastor.
No momento, está tomando conta de uma pequena Congregação Batista em Tapiraí e realizando a leitura da Bíblia na Rua em Tapiraí e Piedade.
Deseja continuar sendo uma fiel testemunha de Jesus Cristo por onde andar.
Tem licenciatura plena em Filosofia e Pedagogia, é bacharel em Direito e especialista em Educação de Jovens e adultos e em Gestão Pública Municipal.
Como candidato a vereador em Tapiraí neste ano de 2016, está usando o título de pastor em sua propaganda eleitoral porque é realmente o que ele tem sido há mais de 40 anos e é assim que ele é conhecido em todos os lugares por onde passou e onde exerceu o seu ministério pastoral, e é assim também que ele é conhecido em Tapiraí.
Pastor Adriano é natural do Estado da Bahia, e veio para São Paulo em 1959 com 16 anos de idade.
Está em Tapiraí desde o ano 2010, juntamente com sua esposa Adriana Rodrigues de Oliveira, natural de Piedade, SP, funcionária pública concursada do Município de Votorantim.
Pastor Adriano decidiu ser candidato a vereador neste ano de 2016 para colocar todo o seu preparo e experiência a serviço do povo de Tapiraí.
Nesse sentido, pede as orações do Povo de Deus, e o voto do eleitor de Tapiraí.
Deus abençoe a todos!
Pastor Adriano, 70777, Coligação Renovar para Melhor, PT do B – PSD.
Com César Araújo, 70, para prefeito, e Jaqueline Machado para vice.
sábado, 3 de setembro de 2016
Uma palavra desafiadora
Neste
texto estou relatando resumidamente a trajetória da minha vida, destacando uma
palavra desafiadora que ouvi no meu primeiro dia em São Paulo.
A
minha caminhada em direção a São Paulo iniciou num sábado, dia 18 de julho de
1959, quando eu deixei o pequeno povoado de Itamira, Município de Mucurici,
Estado do Espírito Santo, onde morava juntamente com meus pais e grande parte
da minha parentela. Itamira pertence
atualmente ao Município de Ponto Belo.
Eu
tinha pouco mais de 16 anos de idade, e viajei sozinho.
Tomei
a marinete que fazia diariamente a linha de Nova Venécia, Espírito Santo, para Nanuque,
Minas Gerais, passando por Itamira. Segui para Nanuque, depois para Teófilo
Otoni e Governador Valadares, e em seguida, Rio de Janeiro e São Paulo.
O
Estado do Espírito Santo não é a minha terra natal. Nasci no Estado da Bahia.
Fui batizado na cidade de Boa Nova, e registrado no Cartório do Distrito de
Boaçu, Município de Jequié.
Meu
sonho desde criança era vir para São Paulo. Com sete anos de idade fui levado
por meus pais para as matas do Contestado, onde hoje é o norte do Espírito
Santo. É lá que fica Itamira, de onde eu saí sozinho, com 16 anos de
idade, para vir para São Paulo.
A
viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e medo.
Meu
primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959, uma terça-feira.
Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a casa de um conhecido
na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da casa não foi nada
animadora, mas foi desafiadora:
-
"Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê.”
No
dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não conhecia. No dia 1º de
agosto, dez dias depois da minha chegada, comecei a trabalhar como
office-boy numa multinacional alemã.
Daí
para frente foi só trabalho e estudo. Tive oportunidade de concluir quatro
cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito, e duas
especializações, Educação de Jovens e Adultos e Gestão Pública Municipal. Estou
habilitado legalmente como pastor, professor, orientador educacional, advogado
e jornalista.
Casei,
gerei filhos, e já tenho oito netos.
Muitas
coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente.
Tive alegrias e tristezas. Sempre estudando e trabalhando na educação e na
evangelização em todos os lugares por onde passei, tais como,
Ponta Porã e Dourados, MS, Flórida Paulista, SP, e sobretudo em São
Paulo, Capital. Participei de Campanhas Evangelísticas em Portugal, Espanha,
Chile e Paraguai.
Estou
em Tapiraí, SP, juntamente com minha esposa Adriana, desde o ano 2010, onde
cuidamos de uma pequena Igreja Batista e realizamos a leitura pública das
Sagradas Escrituras todos os dias, através do Ministério Bíblia na Rua.
Concluindo,
se São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê, como disse o senhor Manoel
Alves Aranha, dono da casa onde me hospedei a primeira noite em São Paulo, de
uma coisa tenho certeza: Temos Um Pai Celestial que vê e ouve o choro dos seus
filhos, estejam onde estiverem.
Louvado
seja Deus por tudo!
Pastor
Adriano 70777, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Confiança no candidato ou nas suas propostas?
Tenho observado que alguns eleitores cobram propostas dos candidatos a vereador.
Tenho
observado também que alguns candidatos a vereador no desejo de atender a
essas cobranças, elaboram propostas mirabolantes que não têm nada a ver
com as atribuições de um vereador, demonstrando assim desconhecimento
da função ou má fé.
O que tenho a dizer é o seguinte:
Depois
de 40 anos de candidaturas a vereador, deputado estadual e deputado
federal em diversos estados e municípios, tenho chegado à conclusão de
que a maioria do eleitorado brasileiro não vota em propostas, vota em
pessoas.
Tenho
observado ainda que os eleitores que exigem propostas exigem somente
dos candidatos em quem não vão votar, porque do candidato em quem ele
vai votar, ele não exige nada, ele simplesmente vota na pessoa, vota
porque confia na pessoa, vota porque gosta da pessoa, porque gosta do
jeito da pessoa.
O
conselho que tenho para dar aos meus colegas candidatos a vereador de
todo o Brasil é o seguinte: Não percam tempo com quem com certeza não
votará em você, passe adiante, prossiga pedindo voto a todo mundo!
Quero dizer aos candidatos a vereador o mesmo que disse em uma palestra para conselheiros municipais de assistência social:
- O vereador deve conhecer as possibilidades e limites legais de sua função.
- O vereador deve saber que ele é antes de tudo um legislador.
- O vereador deve saber também que é um fiscal do gestor, um fiscal dos atos do gestor municipal.
Contudo,
o vereador precisa entender também que não deve ser nem uma “vaquinha
de presépio”, e nem um espinho permanente no calcanhar do gestor.
Finalizo,
afirmando mais uma vez que a maioria do eleitorado brasileiro,
sabiamente, olha mais para a vida do candidato, a confiança que tem no
candidato, sua identificação com o candidato, do que para as suas
propostas, que nem sempre são exequíveis, são mais eleitoreiras do que
verdadeiras.
Pastor Adriano, 70777, PT do B, 70, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
Com César Araújo para prefeito e Jaqueline Machado para vice.
sábado, 20 de agosto de 2016
Quarenta anos de candidaturas do pastor Adriano
Sou pastor batista desde 1972. Tenho participado das disputas eleitorais
desde 1976. Estou completando 40 anos de candidaturas neste ano de 2016.
Fui candidato em todos os estados e municípios onde exerci o ministério
pastoral.
Em 1976, fui candidato a vereador pela ARENA em Ponta Porã, Estado do
Mato Grosso.
Em 1982, fui candidato a deputado estadual pelo PMDB no Estado do Mato
Grosso do Sul.
Em 1986, fui candidato a deputado estadual pelo PDT no Estado do Mato
Grosso do Sul.
Em 1992, fui candidato a vereador pelo PDT em Dourados, Estado do Mato
Grosso do Sul.
Em 1998, fui candidato a deputado federal pelo PGT no Estado de São
Paulo.
Em 2000, fui candidato a vereador pelo PGT em São Paulo, Capital.
Em 2004, fui candidato a vereador pelo PSDB em Flórida Paulista, Estado
de São Paulo.
Em 2012, fui candidato a vereador pelo PSDB em Tapiraí, Estado de São
Paulo.
Em 2014, fui candidato a deputado estadual pelo PT do B no Estado de São
Paulo.
Em 2016, estou sendo candidato a vereador pelo PT do B em Tapiraí,
Estado de São Paulo, com o número 70777.
Dou graças a Deus, que na sua infinita bondade e misericórdia, está
permitindo que mais uma vez eu participe como candidato com muita dignidade e
honestidade!
Deus abençoe a todos!
Pastor Adriano, 70777, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Jesus de Nazaré
Jesus de Nazaré!
Como é bom ser um seguidor de Jesus de Nazaré, um homem do povo, um homem que se identificava com a sua cidade.
Creio que é por isso que eu tenho me identificado ao longo do tempo com as cidades e bairros onde morei e trabalhei.
Já
fui conhecido como Adriano de Ponta Porã, Adriano do Bairro do Limão,
Adriano do Bairro do Belém, Adriano de Flórida Paulista, e agora sou
Adriano de Tapiraí, o baiano de Jequié.
Aleluia!
Louvado seja Deus por tudo!
Em
uma de minhas campanhas políticas, eu estava muito alegre na rua
distribuindo os meus "santinhos", que infelizmente constava neles a
palavra "pastor", Pastor Adriano, foi quando um cidadão que estava com
uma Bíblia debaixo do braço me disse uma palavra que me deixou muito
triste e abalado:
- Pastor? Onde já se viu pastor envolvido com política? Jesus por acaso se envolveu com política?
Era
o começo da noite, fui para casa triste e abatido. Clamei ao Senhor.
Orei. Chorei. Foi quando Jesus apareceu e falou ao meu triste coração:
-
Meu servo, eu sou Jesus de Nazaré! Por que será que eu sou conhecido
como Jesus de Nazaré? Era porque eu era um homem que amava minha cidade,
convivia com o povo de minha cidade, me interessava pelos assuntos da
minha cidade. Eu sou Jesus de Nazaré.
Fiquei confortado. Fiquei alegre. Levantei no dia seguinte e fui para a rua distribuir os meus santinhos.
Obrigado, Jesus de Nazaré!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
segunda-feira, 25 de abril de 2016
sábado, 2 de abril de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Respeito à autoridade
Devemos respeitar a autoridade somente quando ela é
justa, honesta e verdadeira?
https://www.bibliaonline.com.br/acf/jd/1
Creio que não.
Creio que a Bíblia ensina
o contrário.
Existe autoridade mais
injusta, desonesta e mentirosa do que o
Satanás?
Creio que
não.
No entanto, a Bíblia
mostra que Deus trata o Satanás com muito respeito e recomenda aos cristãos que
procedam também assim.
Exemplos disso são os
diálogos de Deus com o Diabo a respeito de Jó, e o diálogo de Jesus com Satanás
no deserto da tentação.
Outro exemplo é o de Moisés, descrito por Judas em sua Carta,
no versículo nove:
"Mas o
arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de
Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor
te repreenda."
Adriano Pereira de Oliveira,
Tapiraí, São Paulo, Brasil.
sábado, 28 de novembro de 2015
Meu compromisso com o sistema batista
Meu caro Abel, meu irmão
de sangue e meu pai na fé batista, porque foi você que me levou para a Igreja
Batista em Perdizes, São Paulo, Brasil, onde fui batizado pelo pastor Enéas
Tognini dia 24 de novembro de 1963.
Você sabe muito bem que
estamos dentro do sistema batista e somos fiéis a ele.
Nosso pai, Casimiro José
de Oliveira, me disse, no dia em que saí de casa, com 16 anos de idade, para
vir para São Paulo, sim, nosso pai me disse:
- Meu filho, sê homem!
Nosso pai não conhecia a
Bíblia, mas disse a mim a mesma palavra que Davi disse a seu filho Salomão.
Eu não me esqueci, por
isso eu critico o sistema batista, porque estou dentro dele, mas sou fiel
a ele porque tenho um compromisso com ele.
Igreja pastoreada por
mim tem que ser fiel ao plano cooperativo e às ofertas missionárias.
A Congregação Batista de
Tapiraí, pastoreada por mim, envia a parte do plano cooperativo mensalmente, e dedica
os meses de fevereiro e março para o levantamento da oferta de missões mundiais,
os meses de maio e junho para as ofertas de missões estaduais, os meses de
agosto e setembro para as ofertas de missões nacionais, e vai dedicar o mês de
dezembro para missões regionais porque o novo executivo da região assim deseja.
No meu entendimento,
igreja que não quer cumprir esses compromissos deve pedir sua exclusão da
Convenção Batista Brasileira.
Igreja que não é fiel ao
plano cooperativo e às ofertas missionárias está sendo infiel a um compromisso
feito quando pediu a filiação.
Pastor que leva sua
igreja a não cumprir esse compromisso está cometendo uma falta moral e ética, é
pastor infiel, é pastor que não cumpre a palavra empenhada.
Critico o sistema, mas
estou dentro do sistema e sou fiel a ele.
Adriano Pereira de
Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
A falta de mordomia dos batistas brasileiros
Este é um assunto que tem angustiado a minha alma, por isso
estou escrevendo.
Estou falando de mordomia no sentido de boa administração
dos recursos providos por Deus para a expansão do Reino.
Tudo começa em 1.907 quando foram criadas a Convenção
Batista Brasileira e as duas juntas missionárias, uma para evangelizar o Brasil
e outra para evangelizar os países estrangeiros.
Será que não bastaria uma? Será que não seria suficiente
criar uma única junta de missões?
Mas naquele tempo isso não era problema para os batistas
brasileiros porque os executivos das referidas juntas eram os missionários
norte-americanos, sustentados pelos batistas dos Estados Unidos.
As ofertas levantadas pelas igrejas nos respectivos dias de
cada junta eram usadas integralmente para o sustento dos missionários nos
campos.
Mas as ofertas não estavam sendo suficientes, então
resolveram criar o plano cooperativo através do qual cada igreja enviaria dez
por cento de suas entradas mensalmente.
Mas nesse tempo já existiam também as convenções estaduais
que queriam a sua parte no plano cooperativo, certamente como condição para que
o plano fosse aprovado. E assim, os recursos do plano cooperativo foram
divididos, metade para a convenção de cada estado e metade para Convenção
Batista Brasileira.
De início, as convenções estaduais ficaram contentes porque
geralmente os executivos das convenções estaduais eram também missionários
norte-americanos sustentados pelos batistas da outra América.
Com o decorrer do tempo, e com o afastamento dos
missionários norte-americanos de cargos executivos, as convenções estaduais
foram avançando cada vez mais no plano cooperativo, aumentando sua parte e diminuindo
a parte da Convenção Batista Brasileira.
E por fim, surgem as associações regionais dentro de cada
estado, querendo também a sua parte no plano cooperativo para sustentar mais um
executivo.
E todo mundo usa o mesmo argumento: Queremos fazer missões!
A minha cabeça fica cheia de perguntas: Para que missões
regionais, missões estaduais e missões nacionais? A região não está dentro do
estado? O estado não está dentro do Brasil?
Será que não está na hora de repensarmos o nosso modelo
missionário? Será que não está na hora de termos menos executivos e mais
missionários? Será que não está na hora dos nossos executivos cuidarem mais de
missões e de missionários do que de parcerias disso e daquilo com empresas
particulares? Será que não é por causa disso tudo que muitas igrejas estão
deixando de lado o plano cooperativo?
Muitas outras perguntas poderiam ser feitas, mas vou parar
por aqui.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil
sábado, 21 de novembro de 2015
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
sábado, 24 de outubro de 2015
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
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